sábado, 4 de setembro de 2010

Contatos Imediatos.

A ufologia não trata somente do estudo de Objetos Voadores Não Identificados, mas também de tudo que está relacionado a ele como a espiritualidade e a paranormalidade, além de abordar religião, mistérios, ciência e filosofia. E é o que se pode encontrar hoje em Curitiba na 16ª. edição da série Diálogos com o Universo que visa promover um intercâmbio entre pesquisadores e estudiosos no assunto, vindos de diversas partes do mundo.

Um filme que busca estabelecer um diálogo entre seres de outros planetas com habitantes da terra, é “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, de Steven Spielberg, lançado em 1977.

Para mostrar como seria o contato de ETs com seres humanos, Spielberg procurou Dr. J. Allen Hynek, um dos cientistas famosos no campo da pesquisa ufológica. Hynek fazia parte do projeto “Livro Azul”, que tinha o objetivo de investigar os relatos de abduções e os OVNIs nos anos 50. Por falta de provas, foi despedido mas continuou por conta própria as pesquisas. Foi nesta época que ele criou o termo “Contatos Imediatos”, que foi emprestado para o título do filme, além de seus níveis: Primeiro grau – contato visual a menos de 200 metros; Segundo grau – quando um UFO deixa evidências físicas e Terceiro grau – quando vemos um tripulante dentro ou fora da nave.

A aventura começa no deserto da Califórnia, durante uma tempestade de areia, aviões julgados desaparecidos desde a II Guerra Mundial ressurgem impecáveis. Seguem-se aparições de OVNIs nos radares de controladores de vôo e um navio desaparecido surge no meio do deserto da Mongólia. Depois dos mistérios surgem os protagonistas: Roy Neary (Richard Dreyfuss) técnico da companhia elétrica local e Jillian Guiler (Melinda Dillon), cujo filho é abduzido pelos seres do espaço.

Enquanto Jillian desenha freneticamente uma montanha, Roy tenta esculpir a mesma montanha. A obsessão é tal que, depois de esculpir um prato de purê de batatas, Roy transforma a sala de estar numa gigantesca maquete destruindo parte da sua casa. Já abandonado pela família, ele vê na televisão a Torre do Diabo, uma montanha no Wyoming. A reconhece como a mesma da sua “paranóia”.

Os dois protagonistas partem para a Torre buscando respostas. O exército está presente, mas são os cientistas que comandam o encontro. Através de uma linguagem formada por cores, luzes e sons, humanos e ETs estabelecem uma comunicação de confiança mútua anunciando o início de uma Nova Era.

Os contatos de quarto e quinto graus vieram depois. De quarto grau, envolvem casos de abdução. E o de quinto grau, contatos telepáticos com seres de outros planetas sem eles estarem presentes.

Para quem quiser saber mais sobre o Congresso em Curitiba acesse o link.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio
daqui.
A imagem 3 veio daqui.

3 comentários:

  1. Oi Maria Cecile,
    qual é o grau das mensagens mediúnicas quando são de seres extraterrestres e não de espíritos desencarnados?
    Obrigada.

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  2. Olá, Hely!
    Esse tipo de contato mediúnico que se estabelece com seres que se dizem ser de outros planetas, é de quinto grau. Os contatos através da paranormalidade também, assim como a telepatia, e os sonhos também estão neste grau.
    Um beijo e bom domingo!

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  3. Não se pode considerar um contacto telepático como mediúnico. O contacto não é feito com entidades espíritas mas sim com entidades de “carne e osso”, sendo o canal uma das capacidades humanas adormecidas.
    É o ouvir com o cérebro e não com os ouvidos.

    A mediunidade acontece quando a comunicação é feita com entidades de outras dimensões e fora do nosso plano existencial (o que não é o mesmo que outra dimensão).

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