domingo, 30 de março de 2014

Filhos Pródigos.


“E para que sejamos livres de homens dissolutos e maus, porque a fé não é de todos.” – Paulo. (2ª Epístola aos Tessalonicenses, 3:2.)

Examinando-se a figura do filho pródigo, toda gente idealiza um homem rico, dissipando possibilidades materiais nos festins do mundo.
O quadro, todavia, deve ser ampliado, abrangendo as modalidades diferentes.
Os filhos pródigos não respiram somente onde se encontra o dinheiro em abundância.
Acomodam-se em todos os campos da atividade humana, resvalando de posições diversas.
Grandes cientistas da Terra são perdulários da inteligência, destilando venenos intelectuais, indignos das concessões de que foram aquinhoados. Artistas preciosos gastam, por vezes, inutilmente, a imaginação e a sensibilidade, através de aventuras mesquinhas, caindo, afinal, nos desvãos do relaxamento e do crime.
Em toda parte vemos os dissipadores de bens, de saber, de tempo, de saúde, de oportunidades...
São eles que, contemplando os corações simples e humildes, em marcha para Deus, possuídos de verdadeira confiança, experimentam a enorme angústia da inutilidade e, distantes da paz íntima, exclamam desalentados:
– “Quantos trabalhadores pequeninos guardam o pão da tranqüilidade, enquanto a fome de paz me tortura o espírito!”
O mundo permanece repleto de filhos pródigos e, de hora a hora, milhares de vozes proferem aflitivas exclamações iguais a esta.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 
Imagem: Luz Suave

sábado, 29 de março de 2014

Não é de Todos.


“E para que sejamos livres de homens dissolutos e maus, porque a fé não é de todos.” – Paulo. (2ª Epístola aos Tessalonicenses, 3:2.)

Dirigindo-se aos irmãos de Tessalônica, o apóstolo dos gentios rogou-lhes concurso em favor dos trabalhos evangélicos, para que o serviço do Senhor estivesse isento dos homens maus e dissolutos, justificando apelo com a declaração de que a fé não é de todos.
Através das palavras de Paulo, percebe-se-lhe a certeza de que as criaturas perversas se aproximariam dos núcleos de trabalho cristianizante, que a malícia delas poderia causar-lhes prejuízos e que era necessário mobilizar os recursos do espírito contra semelhante influência.
O grande convertido, em poucas palavras, gravou advertência de valor infinito, porque, em verdade, a cor religiosa caracterizará a vestimenta exterior de comunidades inteiras, mas a fé será patrimônio somente daqueles que trabalham sem medir sacrifícios, por instalá-la no santuário do próprio mundo íntimo. A rotulagem de cristianismo será exibida por qualquer pessoa; todavia, a fé cristã revelar-se-á pura, incondicional e sublime em raros corações. Muita gente deseja assenhorear-se dela, como se fora mera letra de câmbio, enquanto que inúmeros aprendizes do Evangelho a invocam, precipitados, qual se fora borboleta erradia. Esquecem-se, porém, de que se as necessidades materiais do corpo reclamam esforço pessoal diário, as necessidades essenciais do espírito nunca serão solucionadas pela expectação inoperante.
Admitir a verdade, procurá-la e acreditar nela são atitudes para todos; contudo, reter a fé viva constitui a realização divina dos que trabalharam, porfiaram e sofreram pela adquirir.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Inconstantes.


“Porque aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte.” – (Tiago, 1:6.)

Inegavelmente existe uma dúvida científica e filosófica no mundo que, alojada em corações leais, constitui precioso estímulo à posse de grandes e elevadas convicções; entretanto, Tiago refere-se aqui à inconstância do homem que, procurando receber os benefícios divinos, na esfera das vantagens particularistas, costuma perseguir variadas situações no terreno da pesquisa intelectual sem qualquer propósito de confiar nos valores substanciais da vida.
Quem se preocupa em transpor diversas portas, em movimento simultâneo, acaba sem atravessar porta alguma.
A leviandade prejudica as criaturas em todos os caminhos, mormente nas posições de trabalho, nas enfermidades do corpo e nas relações afetivas.
Para que alguém ajuíze com acerto, com respeito a determinada experiência, precisa enumerar quantos anos gastou dentro dela, vivendo-lhe as características.
Necessitamos, acima de tudo, confiar sinceramente na Sabedoria e na Bondade do Altíssimo, compreendendo que é indispensável perseverar com alguém ou com alguma causa que nos ajude e edifique.
Os inconstantes permanecem figurados na onda do mar, absorvida pelo vento e atirada de uma para outra parte.
Quando servires ou quando aguardares as bênçãos do Alto, não te deixes conduzir pela inquietude doentia. O Pai dispõe de inumeráveis instrumentos para administrar o bem e é sempre o mesmo Senhor Paternal, através de todos eles. A dádiva chegará, mas depende de ti, da maneira de procederes na luta construtiva, persistindo ou não na confiança, sem a qual o Divino Poder encontra obstáculos naturais para exprimir-se em teu caminho.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

quinta-feira, 27 de março de 2014

Mar Alto.


“E, quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar.” – (Lucas, 5:4.)

Este versículo nos leva a meditar nos companheiros de luta que se sentem abandonados na experiência humana.
Inquietante sensação de soledade lhes corta o coração.
Choram de saudade, de dor, renovando as amarguras próprias.
Acreditam que o destino lhes reservou a taça da infinita amargura.
Rememoram, compungidos, os dias da infância, da juventude, das esperanças crestadas nos conflitos do mundo.
No íntimo, experimentam, a cada instante, o vago tropel das reminiscências que lhes dilatam as impressões de vazio.
Entretanto, essas horas amargas pertencem a todas as criaturas mortais.
Se alguém as não viveu em determinada região do caminho, espere a sua oportunidade, porquanto, de modo geral, quase todo Espírito se retira da carne, quando os frios sinais de inverno se multiplicam em torno.
Em surgindo, pois, a tua época de dificuldade, convence-te de que chegaram para tua alma os dias de serviço em “mar alto”, o tempo de procurar os valores justos, sem o incentivo de certas ilusões da experiência material. Se te encontras sozinho, se te sentes ao abandono, lembra-te de que, além do túmulo, há companheiros que te assistem e esperam carinhosamente.
O Pai nunca deixa os filhos desamparados, assim, se te vês presentemente sem laços domésticos, sem amigos certos na paisagem transitória do Planeta, é que Jesus te enviou a pleno mar da experiência, a fim de provares tuas conquistas em supremas lições.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 
 

quarta-feira, 26 de março de 2014

A Marcha.


“Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e no dia seguinte.” – Jesus. (Lucas, 13:33.)

Importa seguir sempre, em busca da edificação espiritual definitiva. Indispensável caminhar, vencendo obstáculos e sombras, transformando todas as dores e dificuldades em degraus de ascensão.
Traçando o seu programa, referia-se Jesus à marcha na direção de Jerusalém, onde o esperava a derradeira glorificação pelo martírio. Podemos aplicar, porém, o ensinamento às nossas experiências incessantes no roteiro da Jerusalém de nossos testemunhos redentores.
É imprescindível, todavia, esclarecer a característica dessa jornada para a aquisição dos bens eternos.
Acreditam muitos que caminhar é invadir as situações de evidência no mundo, conquistando posições de destaque transitório ou trazendo as mais vastas expressões financeiras ao círculo pessoal.
Entretanto, não é isso.
Nesse particular, os chamados “homens de rotina” talvez detenham maiores probabilidades a seu favor.
A personalidade dominante, em situações efêmeras, tem a marcha inçada de perigos, de responsabilidades complexas, de ameaças atrozes. A sensação de altura aumenta a sensação de queda.
É preciso caminhar sempre, mas a jornada compete ao Espírito eterno, no terreno das conquistas interiores.
Muitas vezes, certas criaturas que se presumem nos mais altos pontos da viagem, para a Sabedoria Divina se encontram apenas paralisadas na contemplação de fogos-fátuos.
Que ninguém se engane nas estações de falso repouso.
Importa trabalhar, conhecer-se, iluminar-se e atender ao Cristo, diariamente. Para fixarmos semelhante lição em nós, temos nascido na Terra, partilhando-lhe as lutas, gastando-lhe os corpos e nela tornaremos a renascer.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

terça-feira, 25 de março de 2014

Falsas Alegações.


“Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Peço-te que não me atormentes.” – (Lucas, 8:28.)

O caso do Espírito perturbado que sentiu a aproximação de Jesus, recebendo-lhe a presença com furiosas indagações, apresenta muitos aspectos dignos de estudo.
A circunstância de suplicar ao Divino Mestre que não o atormentasse requer muita atenção por parte dos discípulos sinceros.
Quem poderá supor o Cristo capaz de infligir tormentos a quem quer que seja? E, no caso, trata-se de uma entidade ignorante e perversa que, nos íntimos desvarios, muito já padecia por si mesma. A vizinhança do Mestre, contudo, trazia-lhe claridade suficiente para contemplar o martírio da própria consciência, atolada num pântano de crimes e defecções tenebrosas. A luz castigava-lhe as trevas interiores e revelava-lhe a nudez dolorosa e digna de comiseração.
O quadro é muito significativo para quantos fogem das verdades religiosas da vida, categorizando-lhe o conteúdo à conta de amargo elixir de angústia e sofrimento. Esses espíritos indiferentes e gozadores costumam afirmar que os serviços da fé alagam o caminho de lágrimas, enevoando o coração.
Tais afirmativas, no entanto, denunciam-nos. Em maior ou menor escala, são companheiros do irmão infeliz que acusava Jesus por ministro de tormentos.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Provas de Fogo.


“E o fogo provará qual seja a obra de cada um.” – Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 3:13.)

A indústria mecanizada dos tempos modernos muito se refere às provas de fogo para positivar a resistência de suas obras e, ponderando o feito, recordemos que o Evangelho, igualmente, se reporta a essas provas, há quase vinte séculos, com respeito às aquisições espirituais.
Escrevendo aos Coríntios, Paulo imagina os obreiros humanos construindo sobre o único fundamento, que é Jesus-Cristo, organizando cada qual as próprias realizações, de conformidade com os recursos evolutivos.
Cada discípulo, entretanto, deve edificar o trabalho que lhe é peculiar, convicto de que os tempos de luta o descobrirão aos olhos de todos, para que se efetue reto juízo acerca de sua qualidade.
O aperfeiçoamento do mundo, na feição material, pode fornecer a imagem do que seja a importância dessas aferições de grande vulto. A Terra permanece cheia de fortunas, posições, valores e inteligências que não suportam as provas de fogo; mal se aproximam os movimentos purificadores, descem, precipitadamente, os degraus da miséria, da ruína, da decadência. No serviço do Cristo, também é justo que o aprendiz aguarde o momento de verificação das próprias possibilidades. O caráter, o amor, a fé, a paciência, a esperança representam conquistas para a vida eterna, realizadas pela criatura, com o auxilio santo do Mestre, mas todos os discípulos devem contar com as experiências necessárias que, no instante oportuno, lhe provarão as qualidades espirituais.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

domingo, 23 de março de 2014

Intercessão.


“Irmãos, orai por nós.” – Paulo. (1ª Epístola aos Tessalonicenses, 5:25.)

Muitas criaturas sorriem ironicamente quando se lhes fala das orações intercessórias.
O homem habituou-se tanto ao automatismo teatral que encontra certa dificuldade no entendimento das mais profundas manifestações de espiritualidade. A prece intercessória, todavia, prossegue espalhando benefícios com os seus valores inalterados. Não é justo acreditar seja essa oração o incenso bajulatório a derramar-se na presença de um monarca terrestre a fim de obtermos certos favores.
A súplica da intercessão é dos mais belos atos de fraternidade e constitui a emissão de forças benéficas e iluminativas que, partindo do espírito sincero, vão ao objetivo visado por abençoada contribuição de conforto e energia. Isso não acontece, porém, a pretexto de obséquio, mas em conseqüência de leis justas. O homem custa a crer na influenciação das ondas invisíveis do pensamento, contudo, o espaço que o cerca está cheio de sons que os seus ouvidos materiais não registram; só admite o auxilio tangível, no entanto, na própria natureza física vêem-se árvores venerandas que protegem e conservam ervas e arbustos, a lhes receberem as bênçãos da vida, sem lhes tocarem jamais as raízes e os troncos.
Não olvides os bens da intercessão.
Jesus orou por seus discípulos e seguidores, nas horas supremas.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

sábado, 22 de março de 2014

Oração de São Zacarias.

Hoje é dia de São Zacarias, Papa. Deixo abaixo uma oração:


Ó Deus, dai-me, a exemplo de São Zacarias , a graça do amor a Deus repleto de esperança. Que ao dizer Creio em Ti, Senhor, eu esteja dizendo, não só com os lábios mas também com o coração: “Pai, estou cheio de Teu amor, em Ti confio, em Ti espero”. Amém.

 São Zacarias, rogai por nós

sexta-feira, 21 de março de 2014

A Quem Obedeces?

“E, sendo ele consumado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem.” – Paulo. (Hebreus, 5:9.)

Toda criatura obedece a alguém ou a alguma coisa.
Ninguém permanece sem objetivo.
A própria rebeldia está submetida às forças corretoras da vida.
O homem obedece a toda hora. Entretanto, se ainda não pôde definir a própria submissão por virtude construtiva, é que, não raro, atende, antes de tudo, aos impulsos baixos da natureza, resistindo ao serviço de auto-elevação.
Quase sempre transforma a obediência que o salva em escravidão que o condena. O Senhor estabeleceu as gradações do caminho, instituiu a lei do próprio esforço, na aquisição dos supremos valores da vida, e determinou que o homem lhe aceitasse os desígnios para ser verdadeiramente livre, mas a criatura preferiu atender à sua condição de inferioridade e organizou o cativeiro. O discípulo necessita examinar atentamente o campo em que desenvolve a própria tarefa.
A quem obedeces? Acaso, atendes, em primeiro lugar, às vaidades humanas ou às opiniões alheias, antes de observares o conselho do Mestre Divino?
É justo refletir sempre, quanto a isso, porque somente quando atendemos, em tudo, aos ensinamentos vivos de Jesus, é que podemos quebrar a escravidão do mundo em favor da libertação eterna.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Pensamentos.

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisso pensai.” – Paulo. (Filipenses, 4:8.)

Todas as obras humanas constituem a resultante do pensamento das criaturas. O mal e o bem, o feio e o belo viveram, antes de tudo, na fonte mental quê os produziu, nos movimentos incessantes da vida.
O Evangelho consubstancia o roteiro generoso para que a mente do homem se renove nos caminhos da espiritualidade superior, proclamando a necessidade de semelhante transformação, rumo aos planos mais altos. Não será tão-somente com os primores intelectuais da Filosofia que o discípulo iniciará seus esforços em realização desse teor. Renovar pensamentos não é tão fácil como parece à primeira vista. Demanda muita capacidade de renúncia e profunda dominação de si mesmo, qualidades que o homem não consegue alcançar sem trabalho e sacrifício do coração.
É por isso que muitos servidores modificam expressões verbais, julgando que refundiram pensamentos. Todavia, no instante de recapitular, pela repetição das circunstâncias, as experiências redentoras, encontram, de novo, análogas perturbações, porque os obstáculos e as sombras permanecem na mente, quais fantasmas ocultos.
Pensar é criar. A realidade dessa criação pode não exteriorizar-se, de súbito, no campo dos efeitos transitórios, mas o objeto formado pelo poder mental vive no mundo íntimo, exigindo cuidados especiais para o esforço de continuidade ou extinção.
O conselho de Paulo aos filipenses apresenta sublime conteúdo. Os discípulos que puderem compreender-lhe a essência profunda, buscando ver o lado verdadeiro, honesto, justo, puro e amável de todas as coisas, cultivando-o, em cada dia, terão encontrado a divina equação.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier.

quarta-feira, 19 de março de 2014

São José e a Sagrada Família.

A vós, SÃO JOSÉ, recorremos em nossa tribulação, e depois de termos implorado  o auxílio de vossa SANTÍSSIMA ESPOSA e cheios de confiança, solicitamos também o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à VIRGEM IMACULADA, MÃE de DEUS, e pelo amor paternal que tivestes ao MENINO JESUS, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre a herança que JESUS CRISTO conquistou com Seu Sangue, e nos socorrais nas nossas necessidades com o vosso auxílio e poder. 

Protegei, ó guarda providente da SAGRADA FAMÍLIA, o povo eleito de JESUS CRISTO. Afastai para longe de nós, ó Pai Amantíssimo, a peste, o erro e o vício que aflige o mundo. Assisti-nos do alto do Céu, ó nosso Fortíssimo Sustentáculo, na luta contra o poder das trevas, e assim, como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do MENINO JESUS, defendei também agora a Santa IGREJA de DEUS, conta as ciladas dos seus inimigos e contra toda a adversidade. 

Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, piedosamente morrer e obter no Céu a eterna bem-aventurança. Amém. 

São José, rogai por nós.

Fonte: Derradeiras Graças



terça-feira, 18 de março de 2014

Caminhada no Espaço.

No dia 18 de março de 1965, o cosmonauta soviético, Aleksei Leonov, foi a primeira pessoa a caminhar no espaço. Ele estava a bordo da nave espacial Voskhod 2 quando saiu para dar uma caminhada no vácuo. Ficou 12 minutos fora da nave mas ligado a ela por um fio que o deixava flutuar até cerca de cinco metros de distância. Dentro da nave estava o outro astronauta Pavel Belyayev.
Ao voltar do seu “passeio” não conseguiu entrar pela escotilha pois seu macacão havia inflado pela despressurização. A nave teve que fazer uma manobra arriscada para que a pressão dentro de sua roupa diminuísse e fosse possível sua reentrada. Foram quinze minutos de aflição.

segunda-feira, 17 de março de 2014

A Exposição de Van Gogh.

Em 1901, a 17 de março, realizava-se a primeira exibição de 71 quadros do artista Vincent Van Gogh. A exposição, que causou grande sensação, aconteceu em Paris, onze anos após a sua morte.
Van Gogh nasceu em 30 de março 1853 e morreu em 29 de julho de 1890. É considerado um dos pioneiros na ligação das tendências impressionistas com as aspirações modernistas. Teve uma vida difícil, não conseguiu constituir família e nem custear sua própria subsistência. Morreu aos 37 anos sucumbido por uma doença mental.
Sua fama cresceu após a exibição de suas telas. Dentre elas, as famosas A Noite Estrelada, Girassóis e A Ponte Debaixo da Chuva.

domingo, 16 de março de 2014

Aniversário de Petrópolis.

Hoje é aniversário de Petrópolis, cidade serrana do estado do Rio de Janeiro, Brasil. Ela ocupa um área de quase 800 quilômetros e a população se aproxima dos 300 mil habitantes (IBGE 2010).
Também chamada de Cidade Imperial, foi fundada pela iniciativa do imperador Dom Pedro II. O termo Petrópolis é formado pela junção do termos latino, petrus, Pedro, e do grego, pólis, cidade. O significado do nome portanto é “Cidade de Pedro”.
Nos séculos XVI e XVII, algumas missões foram enviadas na sua direção. Foram encontrados índios coroados dispersos pela região. O único recurso mineral que foi apurado na época eram algumas pedras esbranquiçadas e consideradas sem valor. 

Mas a história de Petrópolis começou mesmo em 1822, quando dom Pedro I, a caminho de Minas Gerais, hospedou-se na fazenda do padre Correia e ficou encantado com o que viu. Tentou comprar terras mas não obteve sucesso. Conseguiu adquirir uma fazenda chamada Córrego Seco que renomeou de Imperial Fazenda da Concórdia. Hoje corresponde à área do primeiro distrito de Petrópolis.

sábado, 15 de março de 2014

May Fair Lady.

No dia 15 de março de 1956, estreava oficialmente na Broadway, no Mark Hellinger Theatre, a peça “My Fair Lady”, um musical baseado na peça teatral Pigmaleão de George Bernard Shaw.  A atriz Julie Andrews estava no elenco original. Em 1964, a história foi transformada em filme, dirigido por George Cukor. No papel principal, Audrey Hepburn. Andrews foi preterida por não ter experiência com o cinema.
My Fair Lady, ou Minha Querida Dama, conta a história de Eliza Doolittle, uma mendiga que vende flores pelas ruas de Londres à noite. Em uma dessas noites, ela conhece Henry Higgins, um professor de fonética que tem a capacidade de descobrir muito das pessoas apenas através de seus sotaques. Ao ouvir o terrível sotaque de Eliza, ele aposta com um amigo de que é capaz de transformar uma simples vendedora de flores numa diva da alta sociedade em apenas seis meses.
Ganhou diversos prêmios tanto no teatro quanto no cinema. Dentre eles cinco prêmios Tony, incluindo o de melhor musical e oito Oscars, incluindo o de melhor filme.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Dia de Santo Antonio de Categeró.

Santo Antonio de Categeró, ou Antonio de Cartago, nasceu na África numa cidade chamada Barca. Antes de se tornar cristão, sua fé estava voltada para o profeta Maomé.
Como conta a história, ao ser aprisionado injustamente, foi levado à Sicília para trabalhar como escravo. Foi vendido para um camponês chamado João Landavula. Acabou se tornando pastor, e superando condições sociais adversas, se aproximou da fé em Cristo.
Quando conquistou a liberdade, passou a trabalhar em hospitais cuidando dos doentes e também a se dedicar à vida religiosa. Acabou ingressando na Ordem Terceira de São Francisco. Anos mais tarde, optou por ter uma vida de contemplação como eremita no deserto. Morreu no dia 14 de março de 1549.  

quinta-feira, 13 de março de 2014

Tecnochtitlan e a Cidade do México.


No dia 13 de março, de 1325, fundava-se a cidade de Tenochtitlan, onde é hoje a Cidade do México, e que viria a se tornar a capital do Império Asteca.
De acordo com as lendas, sete tribos viviam em Chicomoztoc, “lugar das sete cavernas”, onde cada uma representava um grupo diferente: xochimilcas, tlahuicas, acolhuas, tlaxcaltecas, tepanecas, chalcas e mexicas. Estes grupos, também chamados de povos nauas, abandonaram as cavernas e se instalaram em Aztlán, de onde surgiu a palavra asteca. Mais tarde, realizaram uma migração para o sul em busca de um sinal para onde deveriam se instalar mais uma vez.
Há muitas contradições na história, mas uma das lendas, diz que os mexicas, foram a última tribo a partir de Aztlan, e por isso, quando chegaram ao vale do México, toda a terra já havia sido ocupada pelas outras tribos astecas. Os mexicas foram então forçados a partir e a ocupar uma área na margem do lago Texcoco.
Tecnochtitlan significa “Lugar de tunas sobre as pedras”, ou seja, flores dos cactos. Em 13 de agosto de 1520, Tecnochtitlan era destruída pelos conquistadores espanhóis.

quarta-feira, 12 de março de 2014

O Regresso dos Ostraceiros.

Hoje, dia 12 de março, é o dia em que a ave símbolo das Ilhas Feroé, os Ostraceiros, regressam.
O Ostraceiro-Europeu, é uma ave migratória que faz ninho na Europa e na Ásia mas quando chega a estação do inverno no hemisfério norte, voa em bando para as costas do sul da África. Ao acabar o inverno, retornam.
As Ilhas Faroé, têm em sua tradição, fazer desse regresso, um evento comemorado na capital, Tórshavn. O arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas. É um território dependente da Dinamarca, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia. 

terça-feira, 11 de março de 2014

Estações Necessárias.

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor.” – (Atos, 3:19.)

Os crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas providências convencionais e que apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros Divinos.
A maioria dos católicos romanos pretende a isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espiritistas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver freqüentado algumas sessões.
Tudo isto constitui preparação valiosa, mas não é tudo.
Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário da Verdade Divina.
A palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o Cristo. Há estações indispensáveis para a realização, porquanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância.
Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí chegado, habilitar-se-á para a construção do Reino Divino em si mesmo.
Se, realmente, já compreendes a missão do Evangelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deves levar a efeito para demandar a seguinte.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Pensaste Nisso?

“Sabendo que brevemente hei de deixar este meu tabernáculo, segundo o que também nosso Senhor Jesus-Cristo já mo tem revelado.” - (2ª Epístola de Pedro, 1:14.)

Se muitas vezes grandes vozes do Cristianismo se referiram a supostos crimes da carne, é necessário mencionar as fraquezas do “eu”, as inferioridades do próprio espírito, sem concentrar falsas acusações ao corpo, como se este representasse o papel de verdugo implacável, separado da alma, que lhe seria, então, prisioneira e vítima.
Reparamos que Pedro denominava o organismo, como sendo o seu tabernáculo.
O corpo humano é um conjunto de células aglutinadas ou de fluidos terrestres que se reúnem, sob as leis planetárias, oferecendo ao Espírito a santa oportunidade de aprender, valorizar, reformar e engrandecer a vida.
Freqüentemente o homem, qual operário ocioso ou perverso, imputa ao instrumento útil as más qualidades de que se acha acometido. O corpo é concessão da Misericórdia Divina para que a alma se prepare ante o glorioso porvir.
Longe da indébita acusação à carne, reflitamos nos milênios despendidos na formação desse tabernáculo sagrado no campo evolutivo.
Já pensaste que és um Espírito imortal, dispondo, na Terra, por algum tempo, de valiosas potências concedidas por Deus às tuas exigências de trabalho?
Tais potências formam-te o corpo.
Que fazes de teus pés, de tuas mãos, de teus olhos, de teu cérebro? sabes que esses poderes te foram confiados para honrar o Senhor iluminando a ti mesmo? Medita nestas interrogações e santifica teu corpo, nele encontrando o templo divino.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

domingo, 9 de março de 2014

Sentimentos Fraternos.

“Quanto, porém, à caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros.” – Paulo. (1ª Epístola aos Tessalonicenses, 4:9.)

Forte contra-senso que desorganiza a contribuição humana, no divino edifício do Cristianismo, é o impulso sectário que atormenta enormes fileiras de seus seguidores.
Mais reflexão, mais ouvidos ao ensinamento de Jesus e essas batalhas injustificáveis estariam para sempre apagadas.
Ainda hoje, com as manifestações do plano espiritual na renovação do mundo, a cada momento surgem grupos e personalidades, solicitando fórmulas do Além para que se integrem no campo da fraternidade pura.
Que esperam, entretanto, os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros?
Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia nos ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação de criticar. Instituições notáveis são conduzidas à perturbação e ao extermínio, em vista da ausência do auxílio mútuo, no terreno da compreensão, do trabalho e da boa-vontade.
Falta de assistência? Não.
Toda obra honesta e generosa repercute nos planos mais altos, conquistando cooperadores abnegados.
Quando se verifique a invasão da desarmonia nos institutos do bem, que os agentes humanos acusem a si mesmos pela defecção nos compromissos assumidos ou pela indiferença ao ato de servir. E que ninguém peça ao Céu determinadas receitas de fraternidade, porque a fórmula sagrada e imutável permanece conosco no “amai-vos uns aos outros”.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

sábado, 8 de março de 2014

O Bem é Incansável.

“E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.” – Paulo. (2ª Epístola aos Tessalonicenses, 3:13.)

É muito comum encontrarmos pessoas que se declaram cansadas de praticar o bem. Estejamos, contudo, convictos de que semelhantes alegações não procedem de fonte pura.
Somente aqueles que visam determinadas vantagens aos interesses particularistas, na zona do imediatismo, adquirem o tédio vizinho da desesperação, quando não podem atender a propósitos egoísticos.
É indispensável muita prudência quando essa ou aquela circunstância nos induz a refletir nos males que nos assaltam, depois do bem que julgamos haver semeado ou nutrido.
O aprendiz sincero não ignora que Jesus exerce o seu ministério de amor sem exaurir-se, desde o princípio da organização planetária. Relativamente aos nossos casos pessoais, muita vez terá o Mestre sentido o espinho de nossa ingratidão, identificando-nos o recuo aos trabalhos da nossa própria iluminação; todavia, nem mesmo verificando-nos os desvios voluntários e criminosos, jamais se esgotou a paciência do Cristo que nos corrige, amando, e tolera, edificando, abrindo-nos misericordiosos braços para a atividade renovadora.
Se Ele nos tem suportado e esperado através de tantos séculos, por que não poderemos experimentar de ânimo firme algumas pequenas decepções durante alguns dias?
A observação de Paulo aos tessalonicenses, portanto, é muito justa. Se nos entediarmos na prática do bem, semelhante desastre expressará em verdade que ainda nos não foi possível a emersão do mal de nós mesmos.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Ansiedades.

“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” – (1ª Epístola de Pedro, 5:7.)
As ansiedades armam muitos crimes e jamais edificam algo de útil na Terra.
Invariavelmente, o homem precipitado conta com todas as probabilidades contra si.
Opondo-se às inquietações angustiosas, falam as lições de paciência da Natureza, em todos os setores do caminho humano.
Se o homem nascesse para andar ansioso, seria dizer que veio ao mundo, não na categoria de trabalhador em tarefa santificante, mas por desesperado sem remissão.
Se a criatura refletisse mais sensatamente reconheceria o conteúdo de serviço que os momentos de cada dia lhe podem oferecer e saberia vigiar, com acentuado valor, os patrimônios próprios.
Indubitável que as paisagens se modificarão incessantemente, compelindo-nos a enfrentar surpresas desagradáveis, decorrentes de nossa atitude inadequada, na alegria ou na dor; contudo, representa impositivo da lei a nossa obrigação de prosseguir diariamente, na direção do bem.
A ansiedade tentará violentar corações generosos, porque as estradas terrenas desdobram muitos ângulos obscuros e problemas de solução difícil; entretanto, não nos esqueçamos da receita de Pedro.
Lança as inquietudes sobre as tuas esperanças em Nosso Pai Celestial, porque o Divino Amor cogita do bem-estar de todos nós.
Justo é desejar, firmemente, a vitória da luz, buscar a paz com perseverança, disciplinar-se para a união com os planos superiores, insistir por sintonizar-se com as esferas mais altas. Não olvides, porém, que a ansiedade precede sempre a ação de cair.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier.

quarta-feira, 5 de março de 2014

A Semente.

“E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão de trigo ou de outra qualquer semente.” Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 15:37.)
Nos serviços da Natureza, a semente reveste-se, aos nossos olhos, do sagrado papel de sacerdotisa do Criador e da Vida.
Gloriosa herdeira do poder divino, coopera na evolução do mundo e transmite silenciosa e sublime lição, tocada de valores infinitos, à criatura.
Exemplifica sabiamente a necessidade dos pontos de partida, as requisições justas de trabalho, os lugares próprios, os tempos adequados.
Há homens inquietos e insaciados que ainda não conseguiram compreendê-la. Exigem as grandes obras de um dia para outro, impõem medidas tirânicas pela força das ordenações ou das armas ou pretendem trair as leis profundas da Natureza; aceleram os processos da ambição, estabelecem domínio transitório, alardeiam mentirosas conquistas, incham-se e caem, sem nenhuma edificação santificadora para si ou para outrem.
Não souberam aprender com a semente minúscula que lhes dá trigo ao pão de cada dia e lhes garante a vida, em todas as regiões de luta planetária.
Saber começar constitui serviço muito importante.
No esforço redentor, é indispensável que não se percam de vista as possibilidades pequeninas: um gesto, uma palestra, uma hora, uma frase pode representar sementes gloriosas para edificações imortais. Imprescindível, pois, jamais desprezá-las.

Fonte: Pão Nosso, Emmanuel por Chico Xavier. 

terça-feira, 4 de março de 2014

O Lago dos Cisnes.


Nesse mesmo dia, em 1877, acontecia a estreia do balé O Lago dos Cisnes, no Teatro Bolshoi em Moscou. Mas a apresentação foi um fracasso por causa da má interpretação da orquestra e dos bailarinos, da coreografia e da cenografia. A música, no entanto, composta pelo russo Tchaikovsky não estava entre as críticas.
O Lago dos Cisnes é um bale dramático, de 4 atos, que conta a história de amor entre o Príncipe Siegfried e Odette, princesa dos cisnes. No primeiro, a rainha presenteia o filho Siegfried com um baile para que ele escolha dentre as convidadas aquela que será sua esposa. A escolha deve ser anunciada no dia seguinte. Quando a festa acaba, e os convidados saem do castelo, um grupo de cisnes brancos passam perto do local. Siegfried se encanta com a beleza das aves e decide caçá-las.
No segundo ato, vemos o lago do bosque cujas margens pertencem ao reino do mago Rothbart. É lá que estão a princesa Odette e suas donzelas também transformadas em cisnes pelo mago. Só à noite, elas podem recuperar a aparência humana. No entanto, a princesa só será libertada deste feitiço por um homem cujo amor a ela seja verdadeiro. Siegfried, encantado por Odette, jura que será ele a quebrar o feitiço do mago.
No terceiro ato, o mago, disfarçado de um nobre cavalheiro, acompanhado de sua filha, vão até a Corte da Rainha. O príncipe julga ser a filha do cavalheiro a sua amada Odette. Mas na verdade, é Odile. A dança do cisne negro enfeitiça Siegfried e ele proclama Odile como sua bela futura esposa, quebrando o juramento feito a Odette.
No quarto ato, Odette está destroçada pela decisão do príncipe e pela sua má sorte. Mas eis que o príncipe surge e explica como fora enganado e enfeitiçado pelo mago e sua filha. Odette o perdoa e os dois renovam os votos de amor um pelo outro. Aparece neste momento, Rothbart que tenta matar Odette. Mas o príncipe corta as asas do mago fazendo com que ele perca seus poderes e depois, casa-se com sua amada.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Asa Branca, Luiz Gonzaga.

A famosa canção Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, foi composta no dia 03 de março de 1947. A letra traz o tema da seca do Nordeste brasileiro.  De tão intensa que a seca pode chegar a ser, faz com que até mesmo a ave asa-branca (uma espécie de pombo), migre para outro lugar. E assim também acontece com um rapaz, na canção, que se muda para outra região mas que promete um dia voltar para os braços de sua amada.

Esta música foi gravada por diversos artistas. É uma canção de choro regional conhecido como baião. Segue a letra:

Quando olhei a terra ardendo
Qual a fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu perguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação


Que braseiro, que fornalha
Nem um pé de prantação
Por falta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão


Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Então eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração

Então eu disse, adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração


Hoje longe, muitas léguas
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão

Espero a chuva cair de novo
Pra mim voltar pro meu sertão


Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração

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