sábado, 28 de janeiro de 2012

Alfa e Ômega.

Alfa é a primeira letra do alfabeto grego e Ômega a última.

Essas letras simbolizam aquilo que envolve todas as coisas, os dois polos do universo entre os quais está a totalidade do conhecimento, do tempo e do espaço.

As duas letras aparecem na Bíblia no livro do Apocalipse: “Eu sou o alfa e o ômega, o princípio e o fim... o que é, o que era e o que será.” (1:8).

Hoje em dia costumamos inserir numa frase a expressão “de A a Z” quando queremos dar o sentido de completude, de total, e em detalhes.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Perseverança e Seriedade.


Do Livro dos Espíritos: Introdução

VIII – Perseverança e Seriedade.

Acrescentemos que o estudo de uma doutrina como a espírita, que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova e grande, não pode ser feito proveitosamente, senão por homens sérios, perseverantes, isentos de prevenções e animados de uma firme e sincera vontade de chegar a um resultado. Não podemos classificar assim aos que julgam a priori, levianamente, sem terem visto tudo; que não imprimem aos seus estudos nem a continuidade, nem a regularidade e o recolhimento necessários; e menos ainda aos que, para não diminuírem a sua reputação de homens de espírito, esforçam-se por encontrar um lado burlesco nas coisas mais verdadeiras ou assim consideradas por pessoas cujo saber, caráter e convicções, merecem a consideração dos que se prezam de urbanidade. Que se abstenham, portanto, os que não julgam os fatos dignos de sua atenção; ninguém pretende violentar-lhes a crença — mas que eles também saibam respeitar as dos outros.

O que caracteriza um estudo sério é a continuidade. Devemos admirar-nos de não obter respostas sensatas a perguntas naturalmente sérias, quando as fazemos ao acaso de maneira brusca, em meio as perguntas preliminares ou complementares. Quem quer adquirir uma ciência deve estuda-la de maneira metódica, começando pelo começo e seguindo o seu encadeamento de idéias. Aquele que propõe a um sábio, ao acaso, uma questão sobre Ciência de que ignora os rudimentos, obterá algum proveito? O próprio sábio poderá, com a maior boa vontade, dar-lhe uma resposta satisfatória? Essa resposta isolada será forçosamente incompleta e, por isso mesmo, quase será ininteligível, ou poderá parecer absurda e contraditória. Acontece o mesmo em nossas relações com os Espíritos. Se desejamos aprender com eles, temos de seguir-lhes o curso; mas, como entre nós, é necessário escolher os professores e trabalhar com assiduidade.

Dissemos que os Espíritos superiores só comparecem às reuniões sérias, àquelas, sobretudo, em que reina a perfeita comunhão de pensamentos e bons sentimentos. A leviandade e as perguntas ociosas os afastam como, entre os homens, afastam as criaturas ponderadas; o campo fica então livre à turba de Espíritos mentirosos e frívolos, sempre à espreita de oportunidades para zombarem de nós e se divertirem à nossa custa. No que se transformaria uma pergunta séria, numa reunião dessas? Teria resposta? De quem? Seria o mesmo que lançarmos, numa reunião de gaiatos, estas perguntas: o que é a alma?; o que é a morte?; e outras coisas assim divertidas.

Se quereis respostas sérias, sede sérios vós mesmos, em toda a extensão do termo, e mantende-vos nas condições necessárias: somente então obtereis grandes coisas. Sede, além disso, laboriosos e perseverantes em vossos estudos, para que os Espíritos superiores não vos abandonem, como faz um professor com os alunos negligentes.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Sagrada Lareira.

A Lareira é fonte de luz, calor e alimento dentro de uma casa. Representa o lar e a comunidade, a segurança e a própria vida familiar.

Nos mitos e religiões do mundo Antigo, a lareira está sempre presente. Na tradição asteca, por exemplo, a lareira era sagrada para Ometecuhtli, deus supremo criador do homem. Também se atribuía a ele a domesticação do fogo. Por isso, a lareira, na cultura asteca, tinha também o nome de “coração do universo”.

Na China e também no Japão, os deuses da Lareira prometiam abundância e boa sorte para a casa. Dizia-se que o deus da Lareira morava no gancho onde a penal ficava suspensa sobre o fogo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

X da Questão.

Existem muitas associações simbólicas conferidas à letra X.

Nos países onde o alfabeto romano era utilizado, as pessoas analfabetas riscavam o X no lugar de suas assinaturas em documentos legais, como as certidões de nascimento, por exemplo. E após assinar com um X, davam um beijo como sinal de sinceridade. Por isso, existe o costume de se representar um beijo com o sinal do X.

Nos numerais romanos o X representa o 10. na matemática, o X é multiplicação e em álgebra, é uma variável em uma função. Indica uma quantidade desconhecida que levou à criação da expressão Sr. X, que dá a ideia de anonimato.

O X para garantir o anonimato também acontece na hora de votar.

Marca-se o X também para indicar um erro.

Nas estradas o X é um aviso de que você não deve ir adiante, ou é proibido ou cancelado. No entanto, um X num mapa indica o local.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Súplica de um Inocente Acusado.

Salmo 7

1 Senhor, Deus meu, confio, salva-me de todo o que me persegue, e livra-me:

2 para que ele não me arrebate, qual leão, despedaçando-me, sem que haja quem acuda.

3 Senhor, Deus meu, se eu fiz isto, se há perversidade nas minhas mãos,

4 se pague como mal àquele que tinha paz comigo, ou se despojei o meu inimigo sem causa,

5 persiga-me o inimigo e alcance-me; calque aos pés a minha vida no chão, e deite no pó a minha glória.

6 Ergue-te, Senhor, na tua ira; levanta-te  contra o furor dos meus inimigos; desperta-te, meu Deus, opis tens ordenado o juízo.

7 Reúna-se ao redor de ti a assembléia dos povos, e por cima dela remonta-te ao alto.

8 O Senhor julga os povos; julga-me, Senhor, de acordo com a minha justiça e conforme a integridade que há em mim.

9 Cesse a maldade dos ímpios, mas estabeleça-se o justo; pois tu, ó justo Deus, provas o coração.

10 O meu escudo está em Deus, que salva os retos de coração.

11 Deus é um juiz justo, um Deus que sente indignação todos os dias.

12 Se o homem não se arrepender, Deus afiará a sua espada; armado e teso está o seu arco;

13 já preparou armas mortíferas, fazendo suas setas inflamadas.

14 Eis que o mau está com dores de perversidade; concedeu a malvadez, e dará à luz a falsidade.

15 Abre uma cova, aprofundando-a, e cai na cova que fez.

16 A sua malvadez recarirá sobre a sua cabeça, e a sua violência descerá sobre o seu crânio.

17 Eu louvarei ao Senhor segundo a sua justiça, e cantarei louvores ao nome do Senhor, o Altíssimo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A Ciência e o Espiritismo.


Do Livro dos Espíritos: Introdução

VII – A Ciência e o Espiritismo.

A oposição das corporações científicas é, para muita gente, senão uma prova pelo menos uma forte presunção contrária. Não somos dos que levantam a voz contra os sábios, pois não queremos dar motivo a nos chamarem de estouvados; temo-los, pelo contrário, em grande estima e ficaríamos muito honrados se fôssemos contados entre eles. Entretanto, sua opinião não poderia representar, em todas as circunstâncias, um julgamento irrevogável.

Quando a Ciência sai da observação material dos fatos e trata de apreciá-los e explicá-los, abre-se para os cientistas o campo das conjeturas: cada um constrói o seu sistemazinho, que deseja fazer prevalecer e sustenta encarniçadamente. Não vemos diariamente as opiniões mais contraditórias serem preconizadas e rejeitadas, repelidas como erros absurdos e depois proclamadas como verdades incontestáveis? Os fatos, eis o verdadeiro critério dos nossos julgamentos, o argumento sem réplica. Na ausência dos fatos, a dúvida é a opinião do homem prudente.

No tocante às coisas evidentes, a opinião dos sábios é justamente digna de fé, porque eles as conhecem mais e melhor que o vulgo. Mas no tocante a princípios novos, a coisas desconhecidas, a sua maneira de ver não é mais do que hipotética, porque eles não são mais livres de preconceitos que os outros. Direi mesmo que o sábio terá, talvez, mais preconceitos que qualquer outro, pois uma propensão natural o leva a tudo subordinar ao ponto de vista de sua especialidade: o matemático não vê nenhuma espécie de prova senão através de uma demonstração algébrica; o químico relaciona tudo com a ação dos elementos; e assim por diante. Todo homem que se dedica a uma especialidade escraviza a ela as suas idéias. Afastai-o do assunto e ele quase sempre se confundirá, porque deseja tudo submeter ao seu modo de ver; é esta uma conseqüência da fragilidade humana. Consultarei, portanto, de bom grado e com absoluta confiança, um químico, sobre uma questão de análise; um físico, sobre a força elétrica; um mecânico, sobre a força motriz; mas eles me permitirão, sem que isto afete a estima que lhes devo por sua especialização, que não tenha em melhor conta a sua opinião negativa sobre o Espiritismo do que a de um arquiteto sobre questões de música.

As ciências comuns se apóiam nas propriedades da matéria, que podem ser experimentadas e manipuladas à vontade; os fenômenos espíritas se apóiam na ação de inteligências que têm vontade própria e nos provam a todo instante não estarem submetidas ao nosso capricho. As observações, portanto, não podem ser feitas da mesma maneira, num e noutro caso. No Espiritismo, elas requerem condições especiais e outra maneira de encará-las: querer sujeitá-las aos processos ordinários de investigação seria estabelecer analogias que não existem. A Ciência propriamente dita, como Ciência, é incompetente para se pronunciar sobre a questão do Espiritismo: não lhe cabe ocupar-se do assunto e seu pronunciamento a respeito, qualquer que seja, favorável ou não, nenhum peso teria.

O Espiritismo é o resultado de uma convicção pessoal que os sábios podem ter como indivíduos, independente de sua condição de sábios. Querer, porém,deferir a questão à Ciência seria o mesmo que entregar a uma assembléia de físicos ou astrônomos a solução do problema da existência da alma. Com efeito, o Espiritismo repousa inteiramente sobre a existência da alma e o seu estado após a morte. Ora, é supinamente ilógico pensar que um homem deva ser grande psicólogo pelo simples fato de ser grande matemático ou grande anatomista. O anatomista, dissecando o corpo humano, procura a alma e, porque não a encontra com o seu bisturi, como se encontrasse um nervo, ou porque não a vê envolar-se como um gás, conclui que ela não existe. Isso em razão de colocar-se num ponto de vista exclusivamente material. Segue-se daí que ele esteja com a razão, contra a opinião universal? Não. Vê-se, portanto, que o Espiritismo não é da alçada da Ciência.

Quando as crenças espíritas estiverem vulgarizadas, quando forem aceitas pelas massas, — o que, a julgar pela rapidez com que se propagam, não estaria muito longe, — dar-se-á com elas o que se tem dado com todas as idéias novas que encontraram oposição: os sábios se renderão à evidência. Eles aceitarão individualmente, pela força das circunstâncias. Até que isso aconteça, seria inoportuno desviá-los de seus trabalhos especiais para constrangê-los a ocupar-se de coisa estranha, que não está nas suas atribuições nem nos seus programas. Enquanto isso, os que, sem estudo prévio e aprofundado da questão, se pronunciam pela negativa e zombam dos que não concordam com a sua opinião, esquecem que o mesmo aconteceu com a maioria das grandes descobertas que honraram a Humanidade. Arriscam-se a ver os seus nomes aumentando a lista dos ilustres negadores das idéias novas, inscritos ao lado dos membros da douta assembléia que, em 1752, recebeu com estrondosa gargalhada o relatório de Franklin sobre os pára-raios, julgando-o indigno de figurar entre as comunicações de pauta; e daquela outra que fez a França perder as vantagens da navegação a vapor ao declarar o sistema de Fulton um sonho impraticável. Não obstante, eram questões da alçada da Ciência. Se essas assembléias, que contavam com os maiores sábios do mundo, só tiveram zombarias e sarcasmo para as idéias que ainda não compreendiam e que, alguns anos mais tarde, deviam revolucionar a Ciência, e os costumes e a indústria, como esperar que uma questão estranha aos seus trabalhos possa ser melhor aceita?

Esses erros lamentáveis não tirariam aos sábios, entretanto, os títulos com que, noutros assuntos, conquistaram nosso respeito. Mas é necessário um diploma oficial para se ter bom senso? E fora das cátedras acadêmicas não haverá mais do que tolos e imbecis? Basta olhar para os adeptos da doutrina espírita, para se ver se entre eles só existem ignorantes e se o número imenso de homens de mérito que a abraçaram permite que a releguemos ao rol das simples crendices. O caráter e o saber desses homens autorizam-nos a dizer: pois se eles o afirmam, deve pelo menos haver alguma coisa.

Repetimos ainda que, se os fatos de que nos ocupamos estivessem reduzidos ao movimento mecânico dos corpos, a pesquisa da causa física do fenômeno seria do domínio da Ciência; mas desde que se trata de uma manifestação fora do domínio das leis humanas, escapa à competência da Ciência material porque não pode ser explicada por números nem por forças mecânicas. Quando surge um fato novo, que não se enquadra em nenhuma Ciência conhecida, o sábio, para o estudar, deve fazer abstração de sua ciência e dizer a si mesmo que se trata de um estudo novo, que não pode ser feito através de idéias preconcebidas.

O homem que considera a sua razão infalível está bem próximo do erro; mesmo aqueles que têm as mais falsas idéias apóiam-se na própria razão e é por isso que rejeitam tudo o que lhes parece impossível. Os que ontem repeliram as admiráveis descobertas de que a Humanidade hoje se orgulha, apelaram a esse juiz para as rejeitar. Aquilo que chamamos razão é quase sempre orgulho mascarado e quem que se julgue infalível coloca-se como igual a Deus. Dirigimo-nos, portanto, aos que são bastante ponderados para duvidar do que não viram e, julgando o futuro pelo passado, não acreditam que o homem tenha chegado ao apogeu nem que a Natureza lhe tenha virado a última página do seu livro.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Banho de Atração.

Hoje, entra o signo de Aquário. A Lua está na fase minguante e é dia de Lua Negra. A cor do dia de hoje é prateada e o incenso de aroma de crisântemo.

Aproveite a energia do dia de hoje e tome um Banho de Atração.

Leve ao fogo uma panela contendo um litro de água mineral, um punhado de flores de jasmim, as pétalas frescas de sete rosas cor-de-rosa e de sete rosas vermelhas e uma pequena quantidade de noz-moscada triturada. Deixe ferver, retire do fogo, adicione uma colherinha de chá de canela em pó e deixe esfriar. Coe a mistura e leve os resíduos para um jardim. Quanto ao líquido, você deverá adoçá-lo com mel e despejá-lo sobre o corpo antes de encontrar a pessoa amada.

ÁRIES
Aventura e Agilidade - entradas e bandeiras.

TOURO
Produção e Travessia - caminhar sem se deter.

GÊMEOS
Complementação e Amizade - a união dos opostos.

CÂNCER
Memória e Interiorização - voltar às origens

LEÃO
Valor e Centralização - extrair o brilho.

VIRGEM
Pureza e Simplicidade - ordem e progresso.

LIBRA
Lei e Equilíbrio - vale quanto pesa.

ESCORPIÃO
Mistério e Transformação - da lagarta à borboleta.

SAGITÁRIO
Elevação e Transcendência - a seta e o alvo.

CAPRICÓRNIO
Totalidade e Sedimentação - o todo está em tudo.

AQUÁRIO
Liberdade e Fraternidade - o ser é igual ao universo.

PEIXES
Fé e Unificação - a gota do mar.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Novena à Santa Inês.

Novena à Santa Inês.

Fazer o Sinal da Cruz no início e no fim.

Gloriosa Santa Inês, modelo preclaro de virtude, por aquela viva fé que vos animava desde a mais tenra idade, e que vos fez agradável aos olhos de Deus, que merecestes a coroa do martírio alcançai-nos a graça de conservarmos intacta nos nossos corações a fé católica e de sinceramente nos confessarmos cristãos, não só por palavras, mas principalmente por obras, para que Jesus, a quem francamente nos confessamos diante dos homens, nos confesse e glorifique propício algum dia diante de seu eterno Pai.

Rezar: Um Pai-nosso, Uma Ave-Maria e Glória ao Pai.

Oh! invicta mártir, gloriosa Santa Inês, por aquela confiança no auxílio divino que mostrastes, quando o ímpio governador romano vos condenou a ver desfolhado e calcado aos pés o lírio de vossa pureza, enquanto que vós, sem terror e medo, confiáveis firmemente em Deus que envia os seus Anjos em proteção daqueles que nele põem toda sua confiança, - alcançai-nos de Deus a graça de conservar, com santo zêlo, esta virtude no nosso coração, afim de que não nos façamos réus, ainda além dos muitos pecados já cometidos, da desconfiança na divina misericórdia, pecado tão abominável diante do Senhor.

Rezar: Um Pai-nosso, Uma Ave-Maria e Glória ao Pai.

Oh! Virgem e puríssima Santa Inês, por aquele ardentíssimo amor que tanto abrasava o vosso coração, que as chamas da fogueira e da concupiscência, com que os inimigos de Jesus Cristo procuravam perder-vos, não vos ofenderam de forma alguma; alcançai-nos de Deus a graça de apagar em nós toda chama impura, e que aí só arda o fogo que Jesus Cristo veio trazer à terra, para que, conservando aquela bela virtude, depois de uma vida imaculada, possamos participar da glória que merecestes pela pureza do vosso coração e pelo martírio.

Rezar: Um Pai-nosso, Uma Ave-Maria e Glória ao Pai

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O Misticismo Judaico.

A Cabala é a corrente mais influente do Misticismo Judaico. Os judeus veem a Cabala como um Estudo dedicado à parte mística do Torá. Que também compreende a Natureza Divina de D’us, e a forma de se aproximar Dele.

D’us ou D-us, é a forma que alguns judeus utilizam para se referirem à Deus sem ter que citar o nome completo

A Cabala considera os atributos de Deus como uma série de dez esferas ou Sephirot, pelas quais a pessoa deve passar a fim de alcançar a fonte divina.

Diz-se que todos os aspectos da vida humana são expressões fundamentais do Sephirot. Ela nos coloca em face da mais profunda realidade que existe, o nosso contato com Deus.

Um dos símbolos associados à Cabala são a Estrela de Davi e o Tetragamaton.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Doutrina dos Espíritos - 4

Do Livro dos Espíritos: Introdução

VI – Resumo da Doutrina dos Espíritos (parte 4).

“Distinguir os bons e os maus Espíritos é extremamente fácil. A linguagem dos Espíritos superiores é constantemente digna, nobre, cheia da mais alta moralidade, livre de qualquer paixão inferior, seus conselhos revelam a mais pura sabedoria e têm sempre por alvo o nosso progresso e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores é inconseqüente, quase sempre banal e mesmo grosseira; se dizem às vezes coisas boas e verdadeiras, dizem com mais freqüência falsidades e absurdos, por malícia ou ignorância; zombam da credulidade e divertem-se à custa dos que os interrogam, lisonjeando-lhes a vaidade e embalando-lhes os desejos com falsas esperanças. Em resumo as comunicações sérias, na perfeita acepção do termo, não se verificam senão nos centros senos, cujos membros estão unidos por uma íntima comunhão de pensamentos dirigidos para o bem.

“A moral dos espíritos superiores se resume, como a do Cristo nesta máxima evangélica: “Fazer aos outros o que desejamos que os outros nos façam , ou seja, fazer o bem e não o mal. O homem encontra nesse princípio a regra universal de conduta, mesmo para as menores ações.

“Eles nos ensinam que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza animal, prendendo-nos à matéria; que o homem que, desde este mundo, se liberta da matéria pelo desprezo das futilidades mundanas e o cultivo do amor ao próximo, se aproxima da natureza espiritual; que cada um de nós deve tornar-se útil segundo as faculdades e os meios que Deus nos colocou nas mãos para nos provar; que o Forte e o Poderoso devem apoio e proteção ao Fraco porque aquele que abusa da sua força e do seu poder para oprimir o seu semelhante viola a lei de Deus. Eles ensinam enfim que no mundo dos Espíritos nada pode estar escondido: o hipócrita será desmascarado e todas as suas torpezas reveladas; a presença inevitável e incessante daqueles que prejudicamos é um dos castigos que nos estão reservados; ao estado de inferioridade e de superioridade dos Espíritos correspondem penas e alegrias que nos são desconhecidas na Terra

“Mas eles nos ensinam também que não há faltas irremissíveis que não possam ser apagadas pela expiação. O homem encontra o meio necessário nas diferentes existências que lhe permitem avançar, na via do progresso em direção à perfeição que é o seu objetivo final.”

Este é o resumo da Doutrina Espírita, como ela aparece no ensinamento dos Espíritos superiores. Vejamos agora as objeções que lhe fazem.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Súplica em Doença Mortal.

Salmo 6

1 Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.

2 Tem compaixão de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados.

3 Também a minha alma está muito perturbada; mas tu, Senhor, até quando?...

4 Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua misericórdia.

5 Pois na morte não há lembrança de ti; no Seol quem te louvará?

6 Estou cansado do meu gemido; toda noite faço nadar em lágrimas a minha cama, inundo com elas o meu leito.

7 Os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e enfraquecem por causa de todos os meus inimigos.

8 Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu pranto.

9 O Senhor já ouviu a minha súplica, o Senhor aceita a minha oração.

10 Serão envergonhados e grandemente perturbados todos os meus inimigos; tornarão atrás e subitamente serão envergonhados.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O Tijolo e o Símbolo.

A palavra Símbolo deriva do grego symballein, que significa agregar.

É a representação de algo mas também a indicação de que algo está faltando. Isso porque o uso figurado do Símbolo teve origem no costume de quebrar um bloco de argila para sedimentar o contrato de um acordo. Cada pessoa envolvida nele ficaria com um pedaço desse bloco. Quando juntassem os pedaços, eles se encaixariam como um quebra-cabeça. Esses pedaços eram chamados de symbola.

Então, símbolo sugere que há uma parte invisível que é necessária para alcançar a totalidade ou a conclusão daquele acordo.

O símbolo carrega o sentido de unir as coisas para criar algo maior do que a soma das partes.

São nuances de significado que resultam numa ideia complexa.

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