sábado, 31 de julho de 2010

Imbolc, Sabbat do fogo.

Hoje é o último dia de julho. A terra fria está sendo deixada para trás. O sol está chegando. Em breve virá a Primavera.

Assim é o Imbolc, festa do povo celta que homenageia os primeiros indícios da próxima estação. No hemisfério norte, o Imbolc é comemorado nos primeiros dias de fevereiro.

Durante esse período de noites escuras e gélidas, que representa o inverno, a Deusa Brígida, que é a deusa celta do Fogo, alimentou as lareiras e aqueceu todos com sua chama. A vida agora está acordando do sono do inverno e por isso celebra-se a fertilidade de todas as coisas.

Brígida também é deusa da sabedoria, da poesia e das fontes sagradas. E está associada à profecia, à divinação e à cura.

Imbolc é antes de tudo um Sabbat de purificação. Varrem-se as energias negativas, como o azar, o ressentimento e tudo que é considerado ultrapassado em nossas vidas. É originário da Antiga Irlanda pois Brígida era considerada a "Noiva do Sol".

Mesmo sendo realizado no auge do inverno, roga-se aumento de luz e o despertar das sementes enterradas na terra congelada.

A Igreja Católica aproveitou o calendário pagão e transformou essa data numa festa chamada "Candelária", a Purificação de Maria. Brígida foi cristianizada logo depois e seu santuário transformado em mosteiro para monjas.

A palavra Imbolc quer dizer apressar-se. Posso imaginar o pensamento: vamos tratar de varrer o passado abrindo espaço para o porvir.

Hoje é sábado, é também Sabbat e ainda de purificação. Aproveite para varrer a sua casa mentalizando o mal sendo banido de todo da sua vida e do seu lar.

É uma data propícia também para despertar a criatividade e abrir-se para a poesia da vida.

Os incensos recomendados para o dia de hoje são manjericão, mirra e glicínia. Para as velas, as cores marrom, rosa ou vermelha.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A Deusa Tríplice Inca.

Hoje celebra-se a Deusa Tríplice Inca. Ela é representada pela Lua e acompanha Inti, o Deus Sol, em igualdade na Côrte Celestial.

Os três aspectos dessa Deusa são Mama Killa, Mama Ogllo e Mama Cocha.

E assim como na Wicca, essa trindade está associada às três fases visíveis da lua manifestando-se de três maneiras:

Na lua nova/crescente, é a Donzela representando a pureza e a busca pelo conhecimento.
Na lua cheia, é a Mãe representando poder, proteção e carinho maternal.
Na lua minguante, é a Anciã representando sabedoria, conhecimento e renovação.

É comum nas tradições religiosas e em quase todos os sistemas filosóficos encontrarmos conjuntos ternários, tríades que correspondem a forças primordiais.

As tríades dos pagãos, por exemplo, são compostas do Pai, da Mãe e do Filho. É o caso de Osíris, Ísis e Hórus.

Na tradição Cristã, temos o Pai, o Filho e o Espíritos Santo.

Já na filosofia, Plotino reconheceu 3 fases da emanação: o Uno, o Logos e a Alma.

São como três círculos entrelaçados que significam a infinidade que lhes é comum.

Os ancestrais Incas compuseram um cântico para ser entoado neste dia em homenagem à Deusa Tríplice. É um cântico que busca fortalecimento espiritual para a realização de um ritual ou um trabalho de magia.

Grandes Mães, Senhoras das Palavras, ensinem-me as artes da magia e do poder. Queridas Mães, estejam sempre ao meu lado, para os encantamentos fortalecer.

Como a maioria de nós vive numa “selva de pedra”, podemos realizar um trabalho de magia em nosso próprio templo. Ou seja, com nosso próprio corpo utilizando a força e o poder de nossos pensamentos.

Acenda três velas brancas, entoe esses versos três vezes e mentalize seus desejos acontecendo.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

A Espada Interior.

Pouca gente sabe mas todos nós temos uma espada interior capaz de nos ajudar a vencer as piores batalhas de nossas vidas.

A espada em si já é um poderoso instrumento. Sua virtude é a bravura. A sua função, é alcançar o poder. E seu símbolo, uma guerra.

No jogo de cartas, o naipe espadas, representa a nobreza pois os nobres cavaleiros são antes de tudo guerreiros e a espada é uma arma-símbolo dessa condição.

Esse naipe está relacionado com o elemento Ar, simbolizando a forma e a matéria, geralmente representando a mente lógica e racional. Além de ter forte ligação com disputas, lutas e buscas pela verdade.

Na história das mitologias, a espada sempre esteve presente. E em quase todas elas, tinha um nome. Quem não conhece a história de Excalibur, a espada presa à pedra e que só o verdadeiro rei poderia retirá-la. Ou seja, o Rei Arthur.

Era sob a espada que cavaleiros juravam fidelidade ao seu rei assim como era sob ela que muitos também perdiam suas vidas.

Ela tem o poder de ser implacável como o relâmpago mas também majestosa como a luz. É o seu duplo aspecto: o destruidor e o criador.

Nesta noite, procure invocar a sua Mãe Interior. Acenda um incenso de cravo ou apenas faça um chá de cravos. Sente-se confortavelmente para sentir o incenso ou tomar o seu chá e imagine que perto de você está uma espada brilhante cravada numa pedra. Peça então ajuda à Mãe Interior para retirá-la. Mentalmente segure essa espada e vá fazendo com que seja retirada da pedra. Já em suas mãos, a contemple e sinta-se capaz de cortar qualquer mal pela raiz com ela. De afastar pensamentos negativos e de acabar com sentimentos que o magoam. Assim como feridas abertas ainda não cicatrizadas. Imagine o metal tocando o interior do seu ser e fazendo resplandecer nele uma luz forte e brilhante.

A intenção é fazer com que a partir dessa visualização você vença seus medos e tenha mais coragem para lutar pelo que quer.

As flores para o dia de hoje são brancas com magenta e violeta.

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Pítia, sacerdotisa de Delfos.

Hoje se comemora o aniversário da sacerdotisa e profetisa Pítia, do Templo de Apolo, em Delfos, na Antiga Grécia.

A Pítia, era amplamente conhecida pelas suas profecias inspiradas por Apolo. Ela proferia seus oráculos sentada num tripé que ficava sobre uma fenda de onde emanavam vapores. Ao inalar esses vapores entrava em estado extático e assim profetizava.

Durante a possessão, a sacerdotisa mastigava folhas de louro, cuja árvore era sagrada para Apolo, e usava também uma taça com água.

De acordo com historiadores, esses eflúvios, vapores exalados do templo, eram bastante perigosos e só a profetisa é quem podia respirá-lo. Pastores e simples mortais poderiam chegar a cometer o suicídio caso o respirassem por acaso antes de Pítia. Mas era preciso que esta fosse pura, virgem e mantivesse uma vida sadia pois só assim seria possível receber a inspiração divina sem sofrer consequencias. O espírito da Pítia deveria estar disponível, calmo e sereno para que a possessão pelo Deus não fosse rejeitada. Se isso acontecesse, estaria ela sob risco de morte.

O oráculo délfico foi fundado no século VIII a.C. e a última resposta registrada aconteceu em 393 d.C., quando o imperador romando Teodósio I ordenou que os templos pagãos encerrassem suas operações. Esse oráculo era uma dos mais pretigiosos e confiáveis do mundo grego.

Pítia é aquela que fala em lugar do deus. Também chamada de Sibila ou Pitonisa, era uma espécie de médium e frequentemente as mensagem píticas eram ambíguas, precisando serem interpretadas por um sacerdote.

Máximas e preceitos dos 7 Sábios da Grécia escritos nas paredes do templo de Apolo em Delfos:
1- A ignorância é intolerável (Tales de Mileto)
2- Moderação na prosperidade (Periandro de Corinto)
3- Saiba aproveitar a oportunidade (Pítaco de Mitilene)
4- Aprenda a saber ouvir (Bias de Priene)
5- Nada em excesso (Sólon de Atenas)
6- Tenha uma língua bendizente (Cleóbulo de Lindos)
7- Conhece-te a ti mesmo (Quílon de Lacedemônia)

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Deusas da Cura.

Hoje parece ser o dia dedicado à cura. Seja na tradição da Wicca, dos Celtas ou do Belgas.

Lá para o ano de 1.490 a.C. existiu uma rainha no Egito famosa pelos templos que ergueu em homenagem à Deusa da Cura. Era Hatshepsut, regente e faraó do Antigo Egito e pertencente à 18º. Dinastia do Império Novo. O seu reinado, de cerca de vinte e dois anos, corresponde a uma era de prosperidade econômica e relativo clima de paz. Foi uma rainha guerreira, forte e governou se vestindo de homem.

Muitos devotos no Egito usam um amuleto com o formato do rosto da Rainha, que acreditam lhes conferir serenidade e controle de estados de ansiedade. Além dos templos à Deusa da Cura, Hatshepsut ergueu também obeliscos de granito com pedras na ponta que dissipavam a energia negativa ao redor e promoviam uma harmonia nas pessoas que ali viviam.

Hatshepsut foi a rainha que acolheu Moisés, adotando-o e impedindo que fosse morto.

Já a Deusa da Cura dos Celtas, chama-se Airmid. Segundo a lenda, Airmid tinha um irmão, Miach, muito talentoso na arte de curar. Ambos costumavam realizar curas juntos. Só que um dia, Miach despertou a inveja do próprio pai, que também era curandeiro. E este o matou num acesso de loucura.

Airmid então, sobre o túmulo do irmão, chorou lentamente sua morte dia após dia durante um ano. Até que das suas lágrimas surgiram 365 tipos de ervas. Ela as recolheu, e as guardou no seu manto carregando para onde quer que fosse a fim de que todos pudessem ser curados de suas doenças.

Mas um dia seu pai descobriu a existência das ervas e as jogou no chão misturando-as e impedindo que a humanidade pudesse receber a cura divina através do uso das ervas.

Quando o pai de Airmid precisou construir a Fonte Sagrada da Cura, importante para os feridos da guerra, Airmid apesar de tudo, o ajudou. Colheram juntos erva por erva de toda a Irlanda.

Já na Bélgica, é celebrado hoje o dia das curandeiras e feiticeiras. Uma homenagem à todas aquelas “bruxas” que foram perseguidas e mortas no período da Inquisição.

Dedique o dia de hoje para mentalizar a sua cura seja ela no corpo físico, mental, emocional ou espiritual. Pegue uma garrafa de água e faça imposição de mãos sobre ela mentalizando as deusas Hatshepsut e Airmid e as curandeiras da Idade Média, pedindo a elas que o livre de seus problemas de saúde. Beba todos os dias quando acordar e antes de dormir essa água magnetizada até acabar.

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Nanã & Sant’Anna

Nanã é considerada a mãe primeira de toda a humanidade. A criadora do mundo, a Grande Mãe, a Senhora da águas escuras e da lama. É o orixá das chuvas e dos mangues.

Nas lendas ela é a mais idosa de todas as divindades. É respeitada pela sua sabedoria e seu reino é o pantano, zona onde se misturam a água e a terra. Zona limítrofe onde a vida se formou.

Dentre as várias lendas, existe uma em que Nanã era a rainha de um povo e que seus mortos ficavam sob o seu poder. Oxalá queria esse poder para ele e por isso a desposou. Só que não dava-lhe a devida atenção. Nanã então, fez um feitiço para ter um filho e assim aconteceu. Mas por causa do feitiço, seu filho nasceu todo deformado. Horrorizada, jogou-o no mar para que morresse. No entanto, essa crueldade teve um castigo. Quando Nanã engravidou de novo, Orunmilá disse que o filho seria lindo mas se afastaria dela para correr o mundo. E assim nasceu Oxumaré, que durante 6 meses vive no céu como um arco-íris e nos outros seis meses é uma cobra que se arrasta no chão.

É sincretizada com Nossa Senhora de Sant’Anna, mãe da virgem Maria. No Proto-evangelho de Tiago, evangelho apócrifo, a piedosa esposa de Joaquim após longa esterelidade, obteve do Senhor o nascimento de Maria, que aos três anos de idade foi levada para o Templo de Jerusalém, tendo lá permanecido até os doze anos de idade.

A devoção aos pais de Maria é muito antiga no Oriente e foi iniciada logo nos primeiros séculos de nossa era e atingindo sua plenitude no século VI. Já no Ocidente a devoção estendeu-se lentamente a partir do século X e seu desenvolvimento máximo ocorreu no século XV. Mas só em 1584 que a festividade de Santa Anna foi instituída.

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domingo, 25 de julho de 2010

O Apóstolo Santiago.

Tiago, o Maior, era filho de Zebedeu e de Salomé, irmão mais velho do evangelista João.

Tiago era um simples pescador no mar da Galilea. Foi um dos primeiros a abandonar tudo para seguir a Jesus. Junto com ele foi seu irmão João.

Os dois irmãos, Tiago e João, possuíam uma índole forte e ardente. Num episódio narrado por Marcos, eles foram chamados por Jesus de Filhos do Trovão. Aconteceu diante do comportamento hostil dos samaritanos que negaram hospitalidade a Jesus e a seus discípulos: “Senhor, disseram eles, queres que mandemos cair fogo do céu sobre esta cidade para consumi-la?” E Jesus lhes respondeu: “Vós não sabeis de que espírito sois! O Filho do Homem não veio para perder, mas para salvar as almas.”

Era um dos discípulos mais íntimos de Jesus, junto com Pedro e João.

Sua última aparição no texto bíblico revela que foi ele o primeiro apóstolo a morrer cerca do ano 44 em Jerusalém. Conta a história que ele foi preso e decapitado por ordem de Herodes Agripa. Seu corpo fôra jogado fora da cidade para ser comido por aves e cães. Mas seus discípulos, dos quais sete eram galegos, recolheram o corpo.

Como Tiago após a morte de Jesus tinha feito peregrinações pela Europa levando os ensinamentos do Cristo, os discípulos empreenderam uma marcha em direção à Galícia confiando encontrar uma comunidade cristã e receber algum sinal que indicasse onde enterrar o apóstolo. Acabaram indo parar nas terras de uma senhora chamada Lupa onde pediram permissão para enterrar o corpo num templo pagão que havia em seus campos.

A mulher procurou iludir e atrapalhar os discípulos, até que acabou por converter-se. Os restos do apóstolo foram então enterrados nas terras de Lupa.

Muitos anos se passaram, com várias perseguições aos cristãos, invasões de vários povos na Península Ibérica, de tal forma que o culto ao apóstolo e mesmo o local de seu sepulcro foram esquecidos e perdido.

Mas em 814, um heremita de nome Pelaio, descobriu um túmulo contendo umas relíquias e estas foram logo associadaa ao apóstolo Tiago. Pois havia uma lenda que afirmava que São Tiago havia se deslocado até a Espanha para dar testemunho de Cristo. O heremita relatou o ocorrido ao Bispo Teodomiro de Iria Flavia, situada a 20 km Santiago de Compostela. O bispo mudou a sede do bispado para Compostela e ordenou a construção de uma capela. E entre os anos 1075 e 1128 foi construída a Catedral de Santiago de Compostela. Hoje é o terceiro maior centro de peregrinação do mundo. Mas entre os peregrinos não estão só os fiéis. Muitos esotéricos buscam essa caminhada para ir ao encontro do seu Eu Superior. Enquanto que esportistas apostam na beleza e aventura que o caminho proporciona.

Santiago é o patrono da Espanha. É protetor dos cavaleiros, dos peregrinos e dos caminhos. É também invocado para a prosperidade das macieiras e outras árvores de fruto contra o reumatismo.

Aproveite o dia de hoje para fazer uma caminhada em busca de reflexão interior.

sábado, 24 de julho de 2010

Os Leões e as Deusas.

Hoje é o dia dedicado à todas as Deusas Leoninas pois estamos entrando no período regido pela Constelação do Leão.
E embora este animal seja um símbolo do deus solar na Grécia e em Roma, foi associado à Deusas no Egito e nos países da Ásia. Algumas deusas cavalgavam em leões, outras eram puxadas ou acompanhadas por eles. E outras, apresentavam suas características físicas.
Vou citar algumas:

Sekhmet:
Na Mitologia Egípcia era uma deusa muito temida no Antigo Egito. O nome Sekhmet significa “poderosa”.
Era a Deusa da guerra e das doenças. Simbolizava a punição de Rá, o deus-Sol, pois este a criou para que destruísse os humanos que conspiravam contra ele. Mais tarde, tornou-se a pacífica protetora dos justos.
Sua imagem é a de uma mulher coberta por um véu e cabeça de leão.

Cibele:
O seu culto teve início na Ásia Menor e se espalhou por diversos territórios da Grécia Antiga.
Esta deusa é tida como “Mãe dos Deuses”. Simbolizava a fertilidade da natureza. Segundo os gregos, o culto incluía orgias, como era próprio dos deuses relacionados com a fertilidade. Cibele tornou-se uma divindade do ciclo de vida-morte-renascimento.
Era representada com uma coroa de muralhas e leões por perto ou num carro puxado por esses animais.

Tefnut:
Esta Deusa passional e emotiva se tornou a deusa das nuvens, das águas que caem na terra e da umidade.
Quando equilibrada é o símbolo das dádivas e da generosidade.
Tefnut é representada como uma mulher com cabeça de leoa, seu animal sagrado.
Filha de Ra, Tefnut era esposa e irmã de Shu, o deus do Ar, que também possuía corpo humano e cabeça de leão.

Dhurga:
Em Sânscrito o nome desta deusa quer dizer a inacessível ou a invencível. É considerada pelos Hindus como a mãe de Ganesha. Ela é descrita com o aspecto guerreiro da Deusa Parvati com 10 braços.
Representada cavalgando um leão (ou um tigre), carregando armas e fazendo gestos simbólicos com as mãos. É a encarnação do feminino e da energia criativa.

A energia de poder emanada do leão propicia o despertar de potenciais latentes do ser humano. Quando esta energia está associada ao ego provoca destruições. Mas quando esses vínculos com o egoísmo se dissolvem, a energia do poder é por si só expansiva, iluminada.

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ran, deusa Marinha.

Hoje celebra-se a deusa nórdica do Mar, chamada Ran.

De extrema beleza e talento musical, Ran tinha o dom da sedução, da magia e da transmutação. A forma que mais gostava de assumir era a de uma bela sereia.

O mar era chamado O Caminho de Ran pois os navegantes sabiam que nas profundezas dele esta Deusa era quem abrigava os que se afogavam. E estes ficavam para sempre sob os seus domínios.

Seus cabelos eram compridas algas marinhas banhadas num perfume sedutor. Era sempre representada coberta de muitas jóias. Com uma de suas mãos segurava o leme do barco e com a outra, recolhia em sua rede os afogados para seu reino escuro e encantado no fundo do mar.

Era comum os marinheiros escandinavos levarem consigo moedas de ouro nas viagens pois dizia a lenda que se os afogados resgatados por ela portassem ouro, a Deusa magicamente os devolvia à vida, mas nos reino submerso. E onde também seriam tratados com regalias. A eles lhes seria permitido assistirem a seus enterros. E se alguém de sua família os vissem, acreditaria que estavam em boas mãos, aos cuidados da Deusa.

Os navios daquela época ostentavam em suas proas a figura de Ran entalhada em madeira como sinal de proteção e reverência à Deusa.

Ran era casada com o deus Aegir com quem teve 9 filhas, as donzelas das ondas. Elas também tinham o dom da transmutação. Se transformavam em sereias e costumavam no inverno se aproximar das fogueiras que os pescadores faziam nos acampamentos. Assumiam corpos e trajes de mulheres para seduzi-los. Depois de fazer amor com eles, os deixavam e estes, definhavam de tristeza e de saudades até a morte.

Ran também era chamada de Deusa Marinha das Tempestades pois zangava-se quando algum marinheiro não tratava bem seu marido ou filhas. Era considerada protetora das moças e mulheres solteiras e também dos afogados.

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Santa Maria Madalena.

Uma das discípulas mais dedicadas de Jesus.

Foi canonizada pelas igrejas católica, ortodoxa e anglicana sendo hoje celebrado o seu dia.

Mas quem foi Maria Madalena? Há muitas interpretações e controvérsias.

Durante muito tempo convivemos com três faces dela interpretadas como sendo uma só: a prostituta, a quem Jesus socorreu; Maria de Betânia, irmã de São Lázaro e de Marta; e Maria Madalena, a possessa, da qual saíram sete demônios.

Essa visão 3 em 1 tem origem na opinião de São Gregório Magno que a interpretou em todas as passagens do Evangelho como sendo uma única e mesma pessoa.

Autores e estudiosos contemporâneos narram Maria Madalena como uma apóstola de Cristo e que teve com Ele filhos. E alguns crêem que ela faz parte de uma dinastia Real, a de Benjamim, e que era esposa do Nazareno. Essa teoria foi endossada no best-seller O Código da Vinci, de Dan Brown.

Os Evangelhos Gnósticos, não aceitos pela Igreja, também reforçaram essa tese. E em 1945 descobriram-se alguns deles. Chamados de Manuscritos do Mar Morto, traziam o próprio Evangelho de Maria Madalena. Nele, Jesus teria confidenciado a ela informações que não teria passado aos outros discípulos sendo por isso questionada por Pedro e André.

De acordo com outro Evangelho, o de Filipe, ela era realmente esposa de Jesus e Ele a beijava em público e dizia que a amava mais que aos apóstolos.

Esses fatos seriam conhecidos da Igreja, mas ocultos aos Cristãos.

Maria Madalena acreditava que Jesus era o Messias tanto esperado. Ela esteve presente na crucificação e no funeral de Cristo. E no domingo bem cedo foi ao Sepulcro encontrando-o vazio. A esta Maria Madalena, Jesus ressuscitado se dirige chamando-a simplesmente pelo nome: “Maria!” e a ela confia a notícia do grande mistério: “Vai dizer aos meus irmãos: eu subo a meu Pai e vosso Pai, a meu Deus e vosso Deus.”

Embora a Igreja já tenha separado as Marias, Maria Madalena se tornou padroeira dos cabeleireiros, podólogos, perfumistas e até de prostitutas.

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Netuno, Rei dos Mares.

Hoje é o primeiro dia do festival romano que homenageia Netuno, deus dos mares e dos terremotos. Também o chamam de Deus da Irrigação.

Filho de Saturno, na mitologia Romana, Netuno e seus dois irmãos, Plutão e Júpiter, herdaram a Terra. Netuno ficou com os mares, Júpiter com os ares e Plutão com o mundo subterrâneo.

Considerado terrível e poderoso, Netuno também era o Deus criador dos terremotos. Percorria as profundezas do oceano num carro puxado por cavalos marinhos de ouro. Quando irritado, fosse por outros deuses ou por humanos, sacudia seu tridente para agitar as águas e provocar tempestades repentinas.

Quando de bom humor, enviava ventos favoráveis para os barcos chegarem com segurança a seus destinos.

O caminho por esse reino das águas nunca é linear. Ao contrário. É curvo, tortuoso. Nele, é difícil saber o quanto se anda e se realmente estamos na direção certa.

Em homenagem à Netuno, os marinheiros criaram o Festival da Neptunália. Um festival romano que ocorria no período de calor do verão, para se conjurar a seca e pedir proteção às atividades agrícolas. Duravam três dias.

Nesse evento eram realizados jogos e erguiam-se pequenas cabanas com galhos e folhas chamados de tabernáculos. E à sombra desses tabernáculos se realizavam banquetes ao ar livre.

O correspondente à Netuno na Mitologia Grega é Poseidon, filho de Cronos e irmão de Hades, o Rei dos Infernos, e de Zeus, Rei dos Céus.

Em Teresina, Piauí, haverá um encontro para debater e celebrar a Neptunália. Confira.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Amigo é pra sempre.

Você sabia que o dia internacional do amigo foi criado por um Argentino?

Enrique Ernesto Febbraro se inspirou no dia da chegada do homem à lua, 20/07/69, pois considerou este evento não somente uma conquista científica mas também uma oportunidade de fazer amigos em outras partes do universo.

Durante um ano Henrique divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro". Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje é mania mundial.

Aqui no Brasil se comemora o dia do Amigo em 18 de abril e o dia da Amizade em 20 de julho. Mas acaba virando tudo a mesma coisa. Pois amigo é aquele que ama, que demonstra amizade, afeição.

A amizade, segundo Aritóteles, é o que há de mais necessario à vida, já que os bens que a vida oferece, como riqueza, poder, etc, não podem ser conservados nem usados sem os amigos. A máxima do filósofo “comportar-se com o amigo como consigo mesmo” é extendida pelo Cristianismo a todo próximo.

A origem é latina “amicus” e tem o mesmo significado. A raiz é o verbo “amo”, que significa “gostar de”, “amar”.

Aproveite o dia de hoje como desculpas para amassar seu amigo de abraços e beijos. Troque presentes se puder e faça declarações de amizade a ele.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia da Caridade.

Hoje é dia internacional da Caridade. Do latim Cáritas, é uma das três virtudes teologais. As outras são Fé e Esperança.

É um sentimento ou uma ação altruísta de ajuda ao próximo sem buscar qualquer tipo de recompensa. É bondade, benevolência, compaixão. E muitas vezes significa o próprio ato de dar uma esmola para alguém necessitado.

Na religião cristã, a caridade consiste na realização do preceito “ama o próximo como a ti mesmo”. São Paulo, de todas as virtudes, insistiu mais na caridade. Para ele, é a caridade que mantém unidos os membros da comunidade cristã e a faz ser o próprio “Corpo de Cristo”.

Para os espíritas, com o egoísmo, os homens estão em luta perpétua. Ao passo que com a caridade, estarão em paz. Segundo as palavras do Cristo, só a caridade pode garantir a felicidade futura dos homens pois encerra implicitamente todas as virtudes que podem levá-los à perfeição. É por isso que o Espiritismo cristão tem como máxima Fora da Caridade não há salvação.

Um exemplo de caridade no século XX foi personificado por Madre Teresa de Calcutá. Em meados da década de 50, ela foi autorizada pelo Papa Pio XII a iniciar uma ordem religiosa com o objetivo único de viver a caridade no dia-a-dia, de modo a assistir e auxiliar os mais desvalidos e mais pobres. Começou com apenas 12 membros e hoje possui cerca de 4.500 espalhados por 133 países. A ordem se chama Missionárias da Caridade. Para Madre Teresa, a raiz de todos os males era o egoísmo.

Caridade também era o nome de uma das três irmãs, filhas de Santa Sophia, que no século II foram martirizadas durante a perseguição do Imperador Romano Adriano e seu prefeito Antíoco. As outras irmãs chamavam-se Fé e Esperança. O motivo do martírio: elas pregavam por toda a cidade de Roma e arredores a mensagem do Cristo crucificado.

A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. E o sentido da palavra caridade, segundo o Livro dos Espíritos, é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas.

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domingo, 18 de julho de 2010

Anjos e Arcanjos.

O anjo que protege o dia de hoje chama-se Mihael.

Ele pertence à categoria angélica das Virtudes. Ele protege as pessoas que recorrem à luz e as que têm premonições ou pressentimentos favoráveis.

Pode-se pedir a ele inspiração para desvendar segredos e tudo o que precisa ser descoberto. Mihael também ajuda a preservar a paz e a união entre casais.

Quem rege a categoria das Virtudes, é o Arcanjo Raphel. O Arcanjo da cura.

Em algumas representações este Arcanjo está segurando em frasco contendo o bálsamo da cura.

Ele também é guardião dos talentos criativos, do intelecto, da curiosidade e instrução nas ciências.

Para invocá-lo, acenda uma vela verde que é a cor da cura e faça-lhe o pedido para que interceda pela sua saúde física, espiritual, mental e emocional.

Invocação:
Raphael, Raphael, Raphael, traga-me a cura. A cura de todo e qualquer mal seja no físico, no espírito, no mental e no emocional. Que eu seja um transmissor da cura de Deus segundo a vontade de Deus. Que assim seja, assim seja e assim é!

Mas antes da invocação peça primeiro para o anjo protetor do dia do seu nascimento. E junte a esse pedido a força do Arcanjo, que é o superior hierárquico do seu anjo.

Os anjos são seres intermediários entre Deus e o mundo. E na qualidade de mensageiros, são sempre portadores de uma boa notícia para a alma. São o exército divino, transmitindo suas ordens e velando sobre o mundo.

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sábado, 17 de julho de 2010

Ashtar Sheran.

Há mais de meio século teve início aqui na Terra contatos psíquicos com supostas entidades alienígenas.

Sensitivos diziam receber mensagens, não de espíritos desencarnados, mas de um ser vindo das estrelas: o comandante Ashtar Sheran.

Alto, louro, trajando uma roupa de astronauta com uma insígnia no peito e tendo como símbolo uma estrela de sete pontas, Ashtar seria de Alfa do Centauro.

Ele vinha em missão de paz comandando a Frota Extraplanetária pertencente à Confederação Galáctica.

Seu nome em sânscrito quer dizer “o sol que mais brilha”.

Os primeiros contatos aconteceram na década de 50 e em diferentes partes do mundo. Era um extraterrestre de nível etéreo, de consistência puramente energética, devido à sua escala vibratória superior, e anunciava sua presença e chegada oficial à Terra em 18 de julho de 1952. O que não ocorreu.

Mas os contatos continuaram e nas mensagens que Ashtar transmitia dizia que eram seres que teriam decidido atuar no nosso planeta a partir do momento em que começamos a fazer testes com artefatos atômicos e termonucleares. E pedia para que tomássemos consciência de nossas ações.

Nunca se provou a existência ou não de Ashtar Sheran e sua frota. Há estudos que chegam a conclusão que este comandante foi uma invenção. Mas se foi, foi muito bem planejada pois manipulou muitas mentes. Agora, se foi obra de “inteligências extraterrestres” é algo que está além do nosso alcance.

Em suas mensagens ele diz:

"O caminho para a bem-aventurança, é por demais simples: ame!"

"Permaneçam unos com a vossa Essência Espiritual. Somente Ela, poderá mostrar-lhes os novos rumos a serem seguidos por cada um!"

"Paz em todos os quadrantes e sobre todas as fronteiras."

Para quem quiser tentar desvendar esse mistério, hoje tem um debate sobre Ashtar Sheran, entre outros temas, com ufólogos no Rio de Janeiro. Confira.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Teoria da Conspiração.

As teorias de conspiração começam quando um grupo de pessoas, ou organizações, manipulam um acontecimento.

Os objetivos dessa manobra não são revelados. É como se esse grupo ou organização despistasse a atenção das pessoas para alcançar outros objetivos ou mesmo para encobrir a verdadeira realidade.

Ou seja, quando pensamos que vivemos uma determinada realidade, estamos na verdade vivendo um outra realidade – a que nos foi induzida. A conspiração é tão bem feita para que a gente acredite na suposta versão que nem desconfiamos que ela seja algo produzido.

Mas passado o primeiro impacto, é provável que comecem a surgir falhas nessa realidade aparente, detalhes que não se encaixam. Então os véus vão caindo até que nos deparamos com a verdadeira realidade.

Só que muitas vezes a realidade inventada foi tão bem implantada em nossas vidas que não conseguimos substituí-la pela original. Uma minoria consegue enxergá-la mas a massa não consegue. E essa minoria acaba sendo marginalizada e sem sequer ter como provar as suas teorias.

Esses “cavaleiros da verdade” acabam sendo taxados de paranóicos. Será? Há também quem diga que quando não conseguimos entender determinado evento, dizemos que ele faz parte de uma conspiração.

Existem teorias da conspiração sobre tudo o que se possa imaginar. Temas que vão desde a chegada do homem à lua até aos atentados do 11 de setembro de 2001.

Neste sábado, dia 17 de julho, acontece um debate no Rio de Janeiro, sobre teorias da conspiração que dentre os temas abordados está o acobertamento dos Estados Unidos dos fenômenos de UFOs (Objetos Voadores não Identificados) e seus tripulantes.

Esse evento também vai falar sobre mais dois temas: Ashtar Sheran, um suposto comandante intergaláctico que estaria fazendo contato com médiuns no Brasil e no exterior e também sobre o filme Contatos Imediatos de Quarto Grau lançado esse ano. Confira.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

A Árvore Mágica

Hoje celebra-se o dia da deusa Finlandesa Rauni, regente do trovão e esposa do deus do relâmpago.

Ela se materializava nas sorveiras, uma árvore mágica usada em rituais de proteção e defesa.

Sua madeira também servia para fazer varetas rúnicas e varinhas mágicas.

Conta a lenda que a sorveira e outras árvores de flores e frutos vermelhos, foram criadas num ato de amor físico entre essas duas forças da natureza, a regente do trovão e o deus do relâmpago. E a cor vermelho simboliza o fluído vital, o sangue, que anima a vida.

Na lenda Celta, a sorveira é chamada de Árvore da Vida. Os anciãos acreditavam que ela guardava segredos e por isso a chamavam também de Árvore Sussurrante.

Na Escócia, tinha o nome de Dama das Montanhas.

Na mitologia Germânica, era conhecida como Senhora das Runas e da Proteção.

Essa árvore simboliza a limpeza da mente e o despertar da nossa inspiração. Nos ajuda a entrar em sintonia com a natureza ampliando e abrindo espaços para um entendimento maior sobre o lugar que ocupamos nesse universo.

Ela denota um grande potencial de cura e nos ensina que é possível tirar das forças da vida, a cura.

Outro recado que ela nos dá é que sempre que se sentir inseguro diante de um acontecimento, mentalize a sorveira e busque encontrar a sua voz interior.

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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Nornas, Deusas do Destino.

Começa hoje no Calendário Nórdico, o domínio da Norna Urd, uma das três Deusas do Destino na mitologia nórdica.

A função dessas deusas era controlar a sorte, o azar e a providência, dos homens e dos deuses. Elas também deviam zelar pelo cumprimento e conservação das leis que regem a realidade dos homens, dos deuses, dos elfos etc.

Urd é a guardiã do passado e representa a anciã. Ela deve guardar os mistérios do passado e é a que vive sempre olhando para trás, por sobre os ombros.

Verdandi é a vigia do presente e representa, na figura de uma mãe, o movimento, a continuidade. E tudo o que acontece é tecido por seus pensamentos. Está sempre a olhar para o presente.

Skuld, é a detentora do futuro, representada por uma virgem. É a guardiã do que está por vir. Profecias e adivinhações estão relacionadas a ela pois detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino. Vive encarapuçada e possui um pergaminho fechado que contém os segredos do futuro.

Conta a mitologia que elas nasceram da fonte de Urd, que é a fonte da vida e de onde cresce a grande “Árvore do Mundo”, que seria o próprio eixo do mundo. Todas as manhãs elas fazem chover hidromel para que as raízes da árvore permaneçam verdes.

O culto das Nornas existiu em diversas religiões européias. Na literatura Nórdica são chamadas de Dísirs. E uma de suas funções era ajudar as mulheres em trabalho de parto. Essa tarefa, deu a elas uma posição peculiar e importante como agentes do destino.

Para o povo nórdico, as Nornas foram associadas às parteiras pois no momento do nascimento eram elas que mediavam a vida e traçavam o destino.

A palavra norna está associada ao dialeto sueco a um verbo que significa “informação Secreta”. A raiz da palavra tem o sentido de “fiar” ou de “tecer”.

É do poder divino, tecido no fio das Nornas que se traça o destino. E ainda hoje, nos tempos modernos, existe quem comemore esse dia com uma festa de tradições populares.

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Atlântida, o continente perdido.

Os primeiros registros sobre Atlântida foram narrados por Platão, filósofo grego que viveu no século 4 a.C. Platão narra a guerra entre Atenas e os habitantes de Atlântida.

Esse relato se inicia no diálogo Timeu e descreve a criação do mundo pelo Demiurgo, a criação das almas humanas e a pré-história da humanidade no tempo atlante.

Na Atlântida de Platão, encontra-se a mítica história de Posêidon e seus 10 filhos. Uma terra riquíssima por sua flora, fauna e por seus inesgotáveis tesouros minerais: ouro, cobre, ferro e oricalco, um metal que brilhava como fogo. A monarquia que ali existia procurava vencer e sujeitar também a então cidade de Atenas.

Mas os atenienses não se intimidaram. Combateram sozinhos e conseguiram vencer os atlantes garantindo assim a liberdade de todos.

Só que durante a guerra, tanto Atlântida quanto Atenas foram submersas pelas águas.

Nos fragmentos de outro diálogo, Crítias, começa descrevendo uma civilização muito avançada que teria sido punida pela ira dos deuses. Platão projeta nos poucos fragmentos encontrados, seus próprios sonhos de uma organização política e social sem falhas.

Mas Atlântida era perfeita demais para durar. A medida que o tempo foi passando, seus habitantes foram se tornando materialistas. As riquezas terrenas passaram a dominar o caráter humano dos atlantes e a diminuir o “elemento divino” que existia neles.

A centelha que Platão acendeu sobre o passado da humanidade permanece viva até hoje. Mesmo sendo Crítias um diálogo incompleto.

Há também a hipótese de que os sobreviventes de Atlântida tenham se refugiado em outras terras e o seu conhecimento se perdido com o passar dos séculos. Novas civilizações então teriam se formado sem saber a origem do seu passado.

Se no Timeu, Platão contou a origem do universo, nos diálogos seguintes, contaria a origem do homem. Esses diálogos ou se perderam, ou nunca existiram. Mas acabaram levando o homem a uma busca perdida na sua própria origem.

Esse tema já levou muitos estudiosos ao fundo do mar. O francês Jacque Cousteau, por exemplo, realizou uma expedição a um dos possíveis lugares onde a cidade atlante teria desaparecido. Mas os vestígios que encontrou eram de civilizações recentes.

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Cura Espiritual.

Você sabe o que significa cura?

De acordo com o glossário esotérico, cura é um estado de harmonia que surge da integração individual na vontade espiritual e cósmica, presente no interior do seu Ser.

É a transformação da matéria. Mas para que ela se efetue, é preciso ter fé e intenção de transformar-se pois não depende de agentes materiais.

A cura do corpo físico-etérico, do emocional ou do mental, decorre da cura interior.

Quando a alma inicia seu mergulho na matéria, vai absorvendo na periferia do seu campo magnético uma série de elementos característicos dos níveis densos nos quais ela está se projetando.

Ao longo das encarnações, se referindo ao espiritismo, esses elementos se tornam recalcitrantes, rígidos e impedem a passagem da luz interior. A dissolução desse material que se agregou é a cura básica que a alma necessita.

A cura, pode-se dizer então, é o ajuste da matéria à realidade interna, a um padrão de perfeição divino. Ela aproxima a criatura da face sagrada que lhe corresponde.

Agentes da doutrina espírita e de outras crenças espiritualistas realizam tratamentos espirituais com o objetivo de auxiliar no tratamento para a cura de doenças do corpo ou da mente.

São denominados de espirituais porque se realizam no corpo espiritual, chamado de perispírito, e praticados por espíritos desencarnados com o eventual auxílio de um médium.

Para quem quiser saber mais sobre cura, hoje tem uma palestra a respeito no Centro Espírita Redenção, no Rio de Janeiro. Confira.

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domingo, 11 de julho de 2010

O Olho de Hórus.

Hórus foi o último da série de soberanos divinos do Egito. Era filho de Ísis, deusa do Amor, e de Osíris, deus da Vegetação e da Vida no Além. Tinha o corpo de um homem e a cabeça de um falcão, animal sagrado para os egípcios.

É chamado de Deus dos Céus, mas também tornou-se conhecido e reverenciado como o próprio sol. Representa a segunda pessoa da “trindade” egípcia composta por Osíris, o pai, Hórus, o filho, e Ísis, a mãe.

Conta a mitologia que Osíris foi morto pelo seu irmão Seth, o deus da traição, da violência e da inveja para lhe usurpar o trono. Hórus para vingar a morte do pai e reclamar a herança à qual tinha direito, lutou com o tio durante toda a vida.

Depois de 80 anos, Hórus finalmente derrotou Seth e foi coroado governante supremo do Egito. Mas na luta Hórus foi atingido no olho.

Para recuperar a visão, sua mãe invocou a ajuda de Thoth, deus do Conhecimento e da Sabedoria pois este havia se tornado mestre em encantamento, tendo aprendido a curar todos os tipos de ferida.

Thoth então substituiu o olho de Hórus por um amuleto de serpente e devolve-lhe a visão com saliva divina.

Desde então, os médicos egípcios passaram a usar o símbolo que significa saúde e felicidade.

Mas o Olho de Hórus, como foi chamado, também se tornou um símbolo de poder que afasta o mau olhado. Simboliza a implacável acuidade do olhar justiceiro ao qual nada escapa, da vida íntima ou da vida pública.

Em suas mãos o Deus dos Céus carrega as chaves da vida, da morte e da fertilidade.

O olho ferido, o esquerdo, simboliza a Lua e o outro, o direito, o Sol.

O embate de Hórus com Seth ilustra bem a luta da Luz contra as Trevas e a necessidade da vigilância de ter o olho aberto na busca da eternidade mesmo que seja mediante as emboscadas dos inimigos e através dos erros.

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sábado, 10 de julho de 2010

Hella, a Deusa do Inferno

É a rainha monstruosa do além-mundo nórdico. Foi seu nome que deu origem à palavra inglesa hell, inferno.

Na mitologia nórdica, Hella foi banida por Odin para as profundezas do mundo subterrâneo formado por gelo e fogo vulcânico. A parte que lhe cabia neste submundo foi dado o nome de Helheim.

O lar desta deusa era o palácio Slitcold, que significa chuva de granizo, e de onde ela governava as almas de homens ou mulheres que tinham morrido ou de velhice ou por acidente ou por doença.

Lá, Hella recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões. E era para esse mundo subterrâneo que todos os mortos se dirigiam. Com exceção daqueles que morriam em combate e que eram levados para as Walquírias.

Metade do corpo de Hella era de uma linda mulher e a outra parte, um corpo terrível em decomposição.

Mas ela não era boa e nem má. Era simplesmente justa.

As tribos germânicas a chamavam de Holda, ou Bertha e acreditavam que ela acompanhava Odin na "Caça-Selvagem" para recolher as almas errantes e levá-las para recuperação em seus reinos, à espera de uma nova encarnação.

Na mitologia primitiva, antes de ser banida por Odin, Hella era a deusa da Terra, mãe boa e benéfica, sustentadora do fatigado e do faminto. Talvez por isso seja também identificada com Artêmis e pode agora ajudar-nos a obter coragem e força em nossas batalhas, mesmo que estejamos cansados.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Os Sentidos e a Yoga.

Você sabia que a visão é o sentido mais usado por nós no cotidiano?

Imagine-se andando numa floresta. Sessenta por cento de sua atenção estará no que você vê. Trinta por cento estará na audição, 5% no olfato e 5% nos outros sentidos.

Essa proporção vai variar ao longo da caminhada, ao longo do dia e também de acordo com as circunstâncias do momento.

Você pode também focar a sua atenção num sentido em detrimento dos outros. Por exemplo, ao ler um bom livro é provável que você nem escute o telefone tocar.

E quando entramos nesse estágio de esquecimento do mundo externo ao ponto de pararmos de analisar as informações dos outros sentidos, o chamamos de Pratyahara, palavra sânscrita que define um estado de distração.

Na verdade estamos falando de Yoga. E um dos objetivos dessa prática é o desenvolvimento da atenção voluntária.

Isso torna possível a modificação de condicionamentos presentes em nosso físico que tenham sido provocados seja por sobrecarga física, estresse emocional ou até espiritual.

Esses condicionamentos, sejam eles fisiológicos, sociais ou espirituais também podem ser criados ou excluídos de nós através da prática da Yoga.

A Pratyahara é o quinto estágio no qual o discípulo, que já passou pelos anteriores, está apto a praticar a abstração dos sentidos externos.

Para quem puder e quiser conhecer um pouco mais sobre Yoga hoje tem uma palestra intitulada A contribuição do Yoga no equilibrio psico-espiritual no Instituto Vita Continua. Mais informações aqui.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

O Pão Sagrado.

A feitura do pão na história da humanidade é muito antiga. Há indícios arqueológicos de que foi o primeiro alimento processado por mãos humanas a partir de uma matéria prima natural.

E ele está presente em praticamente todas as culturas antigas do Oriente Médio sendo que muitos povos o tinham como um alimento sagrado. Um presente dos deuses.

A Bíblia, por exemplo, tanto no Antigo como no Novo testamento, cita o pão. E para os cristãos até hoje ele representa o corpo de Cristo. Não é à toa que faz parte da oração mais famosa do mundo, o Pai Nosso (... o pão nosso de cada dia...).

É da tradição católica que teve origem a data que homenageia o padeiro. Foi instituído em 1955 pelo II Congresso Nacional de Panificação o dia de Santa Isabel de Portugal, dia 8 de julho, como sendo também o dia do padeiro.

Santa Isabel era rainha de Portugal tendo reputação de santa já em vida por ter sido muito piedosa, passando grande parte do seu tempo em oração e ajuda aos pobres. Conta a lenda que ela costumava distribuir pães aos menos favorecidos, escondida do Rei.

Mas um dia foi surpreendida pelo soberano que quis saber o que carregava no saiote. D. Isabel exclamou: São rosas! E o Rei desconfiado argumentou: Rosas no inverno! E pediu para vê-las. A Rainha expôs o conteúdo do saiote e nele haviam rosas ao invés de pães.

Hoje também existe em Portugal a Parada das Moças. Evento em que elas carregam cestos com pães enfeitados com flores. Acredita-se que com esta oferenda os espíritos das doenças seriam aplacados e afastados pelo resto do ano.

O Brasil só conheceu o pão no século XIX com os imigrantes portugueses e italianos. Antes do pão se usava o beiju de tapioca, a farofa, o pirão escaldado ou a massa de farinha de mandioca feita no caldo de peixe ou de carne.

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Festival das Estrelas.

Conta uma antiga lenda japonesa que a princesa Orihime era uma excelente tecelã em seu reino, próximo à Via Láctea. Ela que tecia as roupas das divindades com os fios do arco-íris.

O rei, preocupado com a excessiva dedicação da filha, ordenou que ela desse passeios diários para se distrair. Ela então colocava o seu manto mágico e descia até a terra.

Em uma dessas vezes, quando a princesa estava se banhando num lago, o pastor Kengyu a viu e encantado com sua beleza escondeu seu manto. Sem o manto Orihime não pôde voltar para seu reino mas ao ver o pastor também se apaixonou.

Com o passar do tempo a princesa começou a sentir falta de suas tarefas antigas de tecelã. Até que um dia viu os passarinhos bicando algo no telhado. Era o seu manto mágico. Inconformada com a traição do amado e a saudade de sua vida anterior, ela veste o manto e sobe para cima das nuvens.

O pastor faz uma torre de bambus e consegue alcançar o reino de Orihime. Mas para ficar com a princesa ele passa por uma série de provas até que na última ele fracassa. Abre uma das melancias celestiais que não deveriam ser abertas. Desta fruta jorra uma enorme quantidade de água, tal qual um rio turbulento, que arrasta o pastor para bem longe da princesa e do seu reino.

Os deuses condoídos com o que acontecera com o casal lhes dão uma oportunidade de se encontrarem pelo menos uma vez no ano. É quando no dia sete do sétimo mês uma ponte de passarinhos se forma e os dois podem ficar juntos. Eles são representados pelas estrelas Vega e Altair, quando vistas muito próximas uma da outra.

O festival que celebra essa história chama-se Tanabata e teve início na Corte Imperial no século IX. Mas a popularização deste evento aconteceu mesmo em 1946 com o objetivo de incentivar o povo japonês a ter forças para reconstituir o País após a guerra.

Naquele ano, apesar de todas as dificuldades, incluindo a falta de alimentos, os enfeites foram pendurados em bambus e erguidos em vários pontos da cidade. Foram 52 bambus em Sendai, capital da província de Miyagui. No ano seguinte, com a visita do Imperador, este número subiu para 5.000.

Atualmente é uma das maiores festas populares do Japão. E aqui no Brasil também se comemora o Festival das Estrelas. Ele acontece todo ano na Praça da Liberdade, em São Paulo.

As pessoas escrevem seus desejos em tiras de papel colorido onde cada cor representa o que se deseja. Depois amarram-se esses papeis em feixes de bambu para que os desejos se tornem realidade. Confira a programação para o festival das estrelas deste ano aqui.

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Mestres Ascencionados.

Esse termo surgiu pela primeira vez no século XIX nas obras de Helena Blavatsky.

Se refere a um grupo de seres que após diversas encarnações na Terra teriam alcançado grande evolução espiritual. E de acordo com a hierarquia cósmica, os Mestres estariam entre Deus e os Anjos.

O trabalho destes Mestres seria o de despertar a consciência crística em cada um de nós. Eles auxiliariam a humanidade a se libertar da Roda dos Samsaras ou Ciclo das reencarnações.

É como se eles regessem e guiassem a humanidade no caminho do bem e da justiça auxiliando-a no desenvolvimento de maior consciência planetária e global.

Os Mestres estão relacionados com os 7 raios da criação que compõe o arco-íris. E cada raio tem o seu mestre e a sua virtude. São eles:

El Morya -- ARCANJO MIGUEL: Primeiro Raio, cor azul-cobalto

Kuthumi ou Lanto ou Confucio -- ARCANJO JOFIEL: Segundo Raio, cor Dourado

Paulo Veneziano ou Rowena -- ARCANJO SAMUEL: Terceiro Raio, cor rosa

Serapis Bey -- ARCANJO GABRIEL: Quarto Raio, cor branca

Hilarion -- ARCANJO RAFAEL: Quinto Raio, cor verde-esmeralda

Jesus ou Nada -- ARCANJO URIEL: Sexto Raio, cor púrpura-dourado ou Rubi

Saint Germain -- ARCANJO EZEQUIEL: Sétimo Raio, cor violeta


Estamos vivendo o período do sétimo raio, regido pelo Mestre Saint Germain, que já estaria atuando sobre o Planeta Terra. É a chamada Era de Aquário.

Se você quiser conhecer um pouco mais sobre os Mestres Ascencionados, hoje tem uma palestra no Clube Naval, do Rio de Janeiro, sobre eles. Confira aqui.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

O Deus do Amor.

Angus Mac Oc é o Deus da juventude, do amor e da beleza na mitologia Celta. De acordo com a tradição, no dia 5 de julho, Angus reparte entre os mortais suas qualidades. Mas só para os merecedores.

Possuía uma harpa dourada da qual saía uma música de irresistível doçura. E seus beijos se transformavam em pássaros que levavam as mensagens de amor.

Conta a lenda que Angus se apaixonou por uma moça que vira apenas em sonhos. Na busca para encontrá-la a descobre num lago junto com outras 150 jovens sendo que se destacava das demais por ser a mais alta. Ela era filha de um sidh, habitante das colinas imaginadas como o lar de um povo sobrenatural de espíritos da natureza.

Mas a moça era vítima de um encanto que a fazia se transformar em cisne a cada dois anos. Durante um ano permanecia mulher e no ano seguinte se transformava em cisne.

Para poder se casar com ela, Angus teria que se transformar em cisne também no ritual celta de Samhain, que celebra a morte e o renascimento. E assim o fez.

Foi para o lago onde sua amada estava e enquanto ela se transformava em cisne, junto com as outras jovens, ele também se transformava. Juntos voaram ao redor do lago por 3 vezes cantando uma melodia que fez o mundo adormecer por 3 dias e 3 noites.

Mas lembre-se, a juventude não é eterna. E nem a beleza que ela proporciona. Mas o amor sim. Ele resiste sempre à morte e ao renascimento.

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domingo, 4 de julho de 2010

A Paz Augusta.

Hoje celebra-se a Deusa Pax, guardiã da harmonia, prosperidade e grandeza. Para os romanos, esta Deusa era uma bela jovem sempre com um cetro em suas mãos mostrando soberania e uma cornucópia com frutos.

A expressão Paz Augusta se refere a um período da história de Roma em que se perdurou a paz por mais de dois séculos.

Essa época teve origem alguns anos antes da Era Cristã quando o então Imperador de Roma, Cesar Augusto, venceu seus adversários e expandiu as fronteiras do Império. Ao regressar à Roma, o Senado mandou erigir um monumento em sua homenagem: o Altar da Paz, que foi construído no Campo de Marte, Deus da Guerra.

O reinado de César Augusto, fundou as bases de um regime que perdurou 250 anos.

Após a morte do Imperador no ano 14 desta Era, dois de seus nomes, César e Augusto, se conveteram em títulos permanentes dos governantes do império pelos próximos 400 anos. Assim com os títuos zar (Tzar em russo, dado aos imperadores Bizantinos) e káiser (alemão) são derivados do nome / título César e continuaram até o século XX.

O culto ao Divino Augusto foi até o século IV quando o cristianismo se tornou a religião oficial do império.

Vale lembrar que o governo de César Augusto se deu entre os anos 27 a.C. e 14 d.C. Foram 41 anos de paz cívica e prosperidade constante. Ele criou o primeiro exército permanente e a marinha de guerra de Roma, e colocou as legiões ao longo das fronteiras do império. Também reformou as finanças romanas e os sistemas fiscais entre outros feitos. O nome do oitavo mês do calendário gregoriano, agosto, foi em sua homenagem.

Seu nome na infância foi Cayo Octavio Turino. Depois da adoção testamentária de seu tio avô, Julio César, passou a chamar-se Cayo Julio César Octaviano. E quando se tornou o Imperador, o Senado lhe deu o nome de Cesar Augusto. Augusto é um título religioso que não denotava autoridade política, mas que lhe conferia um status sagrado, quase divino. Segundo o contexto sócio-religioso da época, o título simbolizava a autoridade de Octavio sobre a humanidade, e transcendia qualquer definição de seu estado constitucional.

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