
Seu lema é “eu recebo”. E a máxima: “eu confio na minha voz interior”.
Existe uma história de que realmente existiu uma mulher que governou a Igreja durante dois ou três anos. Era chamada de Papisa Joana. Essa possível lenda teria se originado no final do século 9. Mas há quem a situe após a morte do Papa Leão IV, que coincide com uma época de crise e confusão na diocese Romana.
Parece que há muitas versões e uma delas diz que Joana seria uma jovem oriental, nascida com o possível nome de Gilberta e que se fez passar por homem para escapar à proibição de estudar, imposta às mulheres naquela época. Como era muito culta, formada em filosofia e teologia, se apresentou em Roma como monge e surpreendeu os doutores da Igreja com sua sabedoria.

Chegou a ser nomeada cardeal ficando conhecida como João, o Inglês. E por sua notável inteligência, foi eleita Papa por unanimidade após a morte de Leão IV, a 17 de julho de 855. Ficou grávida e apesar de ter sido possível esconder a barriga por causa das vestes, sentiu as dores do parto em meio a uma procissão numa rua estreita entre o Coliseu de Roma e a Igreja de São Clemente, deu à luz perante uma multidão.

Essa história, veridica ou não, foi imortalizada num arcano de Tarot, A Papisa. É uma carta que representa a sabedoria, o conhecimento, a intuição e a chave dos grandes mistérios.
Segue link para o trailler do filme A Papisa Joana. O filme se baseou no romance de Donna Woolfolk Cross, escrito em 1996 e adaptado para o cinema em 2009. Já deve ter em locadora.
ResponderExcluirhttp://youtu.be/uTQiHCPblzo